Colunista Roberto Notícia

  • Mídia aponta falta de moral de Cássio para pedir demissão de diretor da Petrobrás

    27/05/2018

     O "É da Coisa", programa radiofônico ancorado pelo jornalista Reinaldo Azevêdo, na Band News, exibido ontem, quinta-feira (24), foi recheado de críticas contra um político paraibano. Dessa vez o alvo foi o senador Cássio Cunha Lima, do PSDB. Segundo o comunicador, de modo irresponsável o tucano pediu a cabeça do presidente da Petrobrás, Pedro Parente.


    Durante o comentário, o jornalista lembrou que Cássio também foi demitido pela Justiça Eleitoral, quando teve o mandato cassado.

    Segundo Azevêdo, Cássio sequer tem moral para cobrar algo diante do histórico que carrega na bagagem.

    "É uma pena que não se pode demitir um senador por falar besteira, porque ele é que seria demitido. Ele não aprendeu nada com a experiência de ter sido cassado. A pessoa que menos deveria demonizar o outro é Càssio", disparou.

    O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), em entrevista á Rádio Bandeirantes, defendeu nada menos do que a demissão de Pedro Parente, presidente da Petrobras, que vem a ser o homem que a recuperou dos escombros. O tucano acha que ele não é bom o bastante para comandar a estatal.

    Quem estava torcendo por isso era a BRF. O mercado apostou que Parente deixaria a Petrobras, o que apressaria a sua ida, então, para a BRF, e isso fez os papeis dessa empresa disparar, com valorização de 6,4%. A reação se deve á seriedade do trabalho de Parente. E, tudo indica, por isso, Cunha Lima o quer fora da estatal.

    "Deve achar que esse traço de caráter não compõe o perfil ideal para administrá-la", arremtou.

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    Da Redação com Roberto Noticia

     

  • Pré-candidata, Lígia Feliciano defende união na base governista

    27/05/2018

     A pré-candidata ao Governo da Paraíba, Lígia Feliciano (PDT) conclamou a união da base governista para evitar o que ela chamou de “retrocessos” no estado.

    “Em 2014, eu e o atual governador unimos forças e fomos eleitos juntos para o Governo da Paraíba”, lembrou a vice-governadora. “Essa união obteve quase um milhão, cento e vinte seis mil votos”, contou.

    Segundo Lígia, foram “essas paraibanas e esses paraibanos que – somados –possibilitaram a atual gestão”.

    A vice-governadora afirmou que as forças da continuidade precisam “ampliar esse apoio ao máximo, trazendo todos que querem o bem da Paraíba para participar dessa ideia”.

    Lígia tem defendido o atual Governo da Paraíba como “uma ideia” que hoje não “pertence a nenhum cacique, mas ao povo”.

    Embora o governador Ricardo Coutinho tenha lançado a pré-candidatura de João Azevedo, Lígia tem viajado por todo estado se apresentado como pré-candidata da continuidade.

    As declarações de Lígia foram divulgadas por meio de um vídeo postado no Facebook e no Instagram neste domingo.

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  • Assim como Cássio, José Maranhão também recebe pensão de ex-governador e salário de senador

    22/05/2018

     Na última segunda-feira (21), a Justiça Federal da Paraíba (JFPB) emitiu uma liminar determinando que a União cumpra o teto remuneratório com relação ao senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB).

    Atualmente, o parlamentar recebe uma pensão especial de ex-governador, no valor de R$ 23.500,82, além do salário referente ao cargo exercido por ele no Senado Federal, que é de R$ 33.763,00. Porém, o teto salarial permitido para um funcionário público é justamente de R$ 33.763,00. Por isso, a JFPB solicitou ao Senado que diminuísse a remuneração de Cássio para que fique no limite do teto, já que não pode interferir na pensão, por ser uma verba estadual.

    Em uma pesquisa realizada no Serviço de Acompanhamento dos Recursos da Sociedade (Sagres) do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), o Portal T5 constatou que o senador José Maranhão (MDB-PB) também vem recebendo a pensão especial de ex-governador da Paraíba, pelos mandatos exercidos entre 1995 e 2002, e entre 2009 e 2011.

    O valor observado é igualmente de R$ 23.500,82, referente ao mês de março de 2018 (último disponibilizado pelo site) e custeado pelo tesouro estadual. Além disso, em consulta feita no portal da transparência do Senado Federal, é possível constatar que o parlamentar recebe o salário que lhe é de direito em função do cargo, no valor de R$ 33.763,00 referente ao mês de abril.

    Ou seja, assim como Cássio Cunha Lima, a remuneração acumulada de José Maranhão de R$ 57.263,82, que é concedida em ambos os casos com verba pública, ultrapassa da mesma forma o teto remuneratório constitucional (clique na imagem abaixo).

    Em consulta nos portais de transparência do Governo da PB e Senado Federal, é possível constatar as duas remunerações

    Apenas com pensões especiais de ex-governadores e também de viúvas de ex-governadores, o Governo da Paraíba reserva uma verba mensal de R$ 219.234,84, o que dá, anualmente, pouco mais de R$ 2,5 milhões.

    Os ex-governadores da Paraíba Roberto Paulino, Cássio Cunha Lima, Cícero Lucena, José Maranhão, Milton Cabral e Wilson Braga recebem todos uma verba mensal, equivalente ao salário de gestor máximo do estado (R$ 23.500,82). Além deles, são oito viúvas, que recebem, em sua maioria, uma pensão de um valor em torno de R$ 11 mil.

    A pensão especial está prevista no artigo 54 da Constituição Estadual, que diz “cessada a investidura no cargo de governador do Estado, quem o tiver exercido em caráter permanente fará jus a um subsídio mensal vitalício, a título de pensão especial, paga com recursos do tesouro estadual, igual ao do chefe do Poder Executivo".

    O Blog entrou em contato com a assessoria de comunicação do senador José Maranhão, mas até a publicação desta matéria não havia recebido nenhuma declaração a respeito deste cenário aqui explicitado. Foi realizado também um contato com o Ministério Público Federal da Paraíba (MPF-PB), que não conseguiu checar nesta terça-feira se há algum processo envolvendo o senador quanto a essa situação.

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