Colunista Roberto Notícia

  • ISSO PODE ARNALDO? - Quem foi “rei” nunca perde a majestade

    14/07/2019

    Quem foi rei” nunca perde a majestade.  A frase acima foi dita por uma pessoa especial, é uma frase pra lá de batida claro, mas hoje parei pra entender seu significado e refleti: Quem dera todo rei pudesse sim perder a majestade, porque perdas são apenas reviravoltas do jogo da vida, logo depois de uma perda pode estar um ganho, a vida é assim, altos e baixos sempre...

    O ex-governador Ricardo Coutinho não perde mesmo a majestade. Fui surpreendido no dia de ontem, 13 de julho, quando o site PBAGORA publicou em uma de suas páginas a notícia sobre o famoso “Caso Empreender” que tanto repercutiu na imprensa paraibana trazendo a “versão” ou seja  a palavra oficial do ex-governador sobre o assunto.

    Até aí tudo bem, o mais grave é que na notícia veiculada pelo site está assinada como matéria distribuída pela  Secretaria de Estado da Comunicação Institucional – Secom-PB.  Pasmem. Há mais de 6 meses que Ricardo Vieira Coutinho deixou o cargo de Governador da Paraíba e a Secom-PM continua a serviço do ex-governador?

    Não entendo por que esse privilégio? A final de contas, a Secom-PB é uma instituição para servir como instrumento de divulgação das ações do Governo da Paraíba, ou seja, mostrar as ações do atual governador João Azevedo.

    Parece-me que esse governo é de continuidade mesmo, como bem diz o “slogan” da atual administração “Segue o trabalho”.

    Perguntar não ofende! Finalmente, Por que a Secom-PM continua a serviço do ex-governador Ricardo Coutinho?

    Os servidores da Secom-PM pagos com o dinheiro dos impostos dos paraibanos têm que continuar a serviço do ex-governador. Isso é correto?

    O secretário Luís Tôrres da Secretaria de Estado da Comunicação Institucional – Secom-PB  continua a serviço do ex-governador Ricardo Coutinho?

    Os paraibanos no mínimo necessitam de uma resposta convincente para estas indagações?  Atirar com a pólvora alheia é muito bom, lealdade também, mas com recursos do contribuinte, deve se imoral ou ilegal.

    Ou o site PBAGORA, na ancia de “agradar” o ex-governador  Ricardo Coutinho está usando a Secom-PB como instrumento de divulgação ou assessoria do mesmo?

    Com o hábito da prática do bom jornalismo, que aprendi, procurei ouvir o outro lado, por que a moeda não cai em pé, E o bom jornalismo diz que notícia sem escutar a outra versão é planfletagem, Liguei por várias vezes para a Secom, na sexta-feira, dia 13 de julho e não obtive resposta da Secom-PB e muito menos do secretário Luís Tôrres.

    Com a palavra a Secretaria de Estado da Comunicação Institucional – Secom-PB  e o secretário Luís Tôrres.  

    Ao contrário, Quem foi rei” nunca perde a majestade. Isso pode Arnaldo?

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    Roberto Notícia

     

    Jornalista

  • Prefeito Luciano Cartaxo, um líder político em ascensão!

    10/07/2019

     Meus amigos, minhas amigas, meus caros leitores. O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, faz parte da nova geração da política paraibana que tem vencido muitos obstáculos e turbulências em sua trajetória política. Apesar das dificuldades e da crise moral e financeira em que passa o nosso país, Luciano, tem avançado nos seus propósitos e realizado na capital paraibana uma gestão acima da média e bem avaliada pelos pessoenses e também pelos paraibanos.

    Carismático, honesto e popular, Luciano, vem cuidando da cidade de João Pessoa e de seu povo, como se fosse sua casa e sua família, ou seja, com muito carinho, determinação, apreço e acima de tudo AMOR. Isso mesmo, sua gestão não é apenas de pedra e cal, é também humanizada, de coração aberto e voltado para as pessoas mais carentes e humildes que se sentem prestigiadas e com a devida atenção por parte do prefeito.

    Só para se ter uma ideia, com os fortes volumes de chuvas que vem caindo em João Pessoa nos últimos dias e nunca visto antes nos últimos 30 anos, causando transtornos na cidade, o prefeito e sua equipe estão de plantão permanente na Prefeitura, com a determinação de apoio total e de nada faltar para os desabrigados e desalojados das chuvas. E isso, demonstra o lado humano de Luciano Cartaxo, pois além dos cuidados com a infraestrutura e mobilidade urbana, o prefeito também está cuidando das pessoas, principalmente daquelas mais necessitadas.

    Com relação aos alagamentos, desmoronamento de barreiras, etc, a cidade de João pessoa melhorou muito na gestão de Luciano em virtude de suas ações neste sentido, inclusive, na parte sanitária e de saúde. Eu tenho observado muita gente criticar e dizer nos bastidores que a administração do prefeito vai mal e que ele sequer tem nomes para a sua sucessão. Será? Ledo engano, respeito as opiniões em contrário, no entanto, muitos vão se surpreender no próximo ano! É bom lembrar, que Luciano Cartaxo, foi eleito prefeito em 2012, vencendo todas as principais lideranças política da Paraíba e em 2016, foi reeleito no 1º turno com expressiva votação.

    Além disso, Lucélio Cartaxo, com o apoio de seu irmão Luciano, por pouco não se elegeu senador em 2014 e governador em 2018, em duas campanhas estaduais bastante concorridas, onde Lucélio, fez a “bola bater na trave” duas vezes, mas não entrou. É isso, a política é assim mesmo e o que vale são as boas intenções e propósitos em favor do povo. E isso, os irmãos gêmeos, já demonstraram que tem de sobra.

    É bom ter cuidado nas avaliações político-partidárias apaixonadas e não subestimar o prefeito Luciano Cartaxo, pois, o mesmo é um profundo conhecedor da cidade de João Pessoa e tem feito uma boa administração, inclusive, com repercussão em toda a Paraíba. Aliás, digo sem medo de errar, que o nome de Luciano Cartaxo, tem uma boa aceitação dos paraibanos e é indubitavelmente, um líder político em ascensão em todo o estado.

    Na verdade, o prefeito, é pessoa de fino trato, de bom coração, tem o nome leve e é boa gente, pois, tanto os pessoenses, quanto os paraibanos gostam dele e reconhecem o seu trabalho. É cristão, bem casado e a nossa capital tem também uma primeira dama, Maísa Cartaxo, discreta e bastante atuante nas causas sociais. Com relação à sua sucessão, seja quem for o seu candidato a prefeito, terá boas chances de vitória, pois, quem tem uma gestão bem avaliada e acima da média, tem também grandes chances de eleger o seu sucessor. Além disso, Luciano Cartaxo, é nome forte para 2022. Anotem!

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    Da Redação com Roberto Noticia  

     

    Fonte: Rui Galdino 

     

     

  • Wilson Braga completará 88 anos vivendo “o repouso do guerreiro”

    10/07/2019

     Na definição dos aliados mais próximos, o ex-governador Wilson Leite Braga vive, atualmente, a fase do “repouso do guerreiro”, depois de mais de meio século de atividade política na Paraíba, numa trajetória que abarcou mandatos de vereador a governador, passando por deputado federal e deputado estadual e prefeito de João Pessoa. O único mandato que ele não conquistou foi o de senador, tendo sido derrotado em duas oportunidades – a primeira, em 1986, quando perdeu para o empresário Raimundo Lira, que na época era tido como “azarão” pela crônica política; a segunda, em 2002, quando perdeu vaga para Efraim Morais, do então PFL, atual Democratas. Em 2010, Braga se elegeu ao último mandato – o de deputado estadual, tendo pendurado as chuteiras em 2014. Deixou a política-partidária por onde começou, em 1954 – a Assembleia Legislativa.

    Os amigos e admiradores de Wilson já começam a se organizar para a comemoração do seu aniversário. No dia 18 de julho próximo, ele completará 88 anos de idade, distante dos palanques, das tribunas e dos bastidores políticos, mas sempre informado sobre os acontecimentos políticos, principalmente os da Paraíba. Natural de Conceição, no Vale do Piancó, filho do tabelião Francisco Braga, que exercia chefia política no município, casado com Lúcia, que foi deputada federal constituinte, deputada estadual e presidente da Fundação Social do Trabalho, que alavancou o “clã” na periferia de João Pessoa, Wilson foi egresso da Casa do Estudante da Paraíba e teve militância na União Nacional dos Estudantes, participando de congresso internacional como representante do Estado. Sua grande consagração política deu-se em 1982, quando venceu Antônio Mariz (PMDB) ao governo por uma diferença de 151 mil votos, coroando uma preparação paciente que vinha desenvolvendo para ascender ao Palácio da Redenção. Em 1990 tentou voltar ao governo estadual, mas foi derrotado em segundo turno por Ronaldo Cunha Lima, do PMDB, que recebeu o apoio do ex-deputado João Agripino Neto, então PRN mas ligado politicamente ao então governador Tarcísio Burity. Lúcia Braga, por sua vez, perdeu o governo do Estado em 1994 para Antônio Mariz numa disputa que teve momentos de equilíbrio e acirramento.

    Braga sempre foi considerado um “animal político” e respeitado como líder popular, forjado no contato direto com as massas, sem ter tido o apadrinhamento de oligarquias políticas e econômicas no começo da sua trajetória. Político que disputou o maior número de eleições partidárias na Paraíba, ele é originário de uma linhagem populista, registrando passagens por partidos de coloração ideológica diversificada. Foi, por exemplo, do PSB e do PDT, mas suas raízes estão fincadas na UDN, posteriormente Arena, sucedida pelo PDS-PFL. Embora tivesse apoiado o movimento militar de 64 e tenha embarcado na aventura da pseudo-candidatura do general Sílvio Frota, da linha dura, a presidente da República, abortada pelo prestígio e comando do presidente Ernesto Geisel, Wilson Braga nunca foi bafejado com “indicação biônica” para mandatos políticos, nem a pleiteou. “Sempre disputou os votos a céu aberto, no contato direto com o povo”, depõe o procurador e jornalista Manoel Raposo, da revista “Tribuna”, que durante muito tempo atuou como fiel escudeiro de Wilson Braga nas pelejas políticas que este enfrentou.

    Wilson chegou a se desentender com lideranças políticas como Ernani Sátyro, João Agripino e Tarcísio Burity, anotou traições e golpes dentro do próprio esquema político que liderava, mas foi capaz de gestos de desprendimento político, quando, por exemplo, ofereceu apoio à candidatura do senador Humberto Lucena, presidente estadual do PMDB e líder das oposições, ao governo do Estado, em 1986, como desdobramento do acordo fechado na eleição para prefeito de João Pessoa em 85, quando Braga apoiou o peemedebista Carneiro Arnaud, vitorioso, indicando como vice Cabral Batista, que era vinculado ao seu esquema político. A composição em torno de Humberto não deu certo devido a fatores externos – o PMDB acabou cedendo a vaga de candidato a governador a Tarcísio Burity, que derrotou nas urnas o senador Marcondes Gadelha. Humberto, que enfrentou problemas de saúde e chegou a ficar internado no Incor, em São Paulo, candidatou-se à reeleição ao Senado, sendo vitorioso juntamente com Raimundo Lira. Braga e Marcondes foram os grandes derrotados daquela peleja.

    Político com acentuada sensibilidade voltada para os pobres, Wilson Braga é reconhecido, ainda hoje, por obras de vulto, como a deflagração do projeto “Canaã”, um conjunto de medidas destinadas a combater a estiagem e a socorrer famílias de flagelados no sertão paraibano. Também foi o mentor de Mutirões para construção de casas para pobres na periferia de João Pessoa. Ele vinha em processo de ascensão política antes de chegar ao governo. Em 1978, obteve 84.169 votos a deputado federal, contra 77.274 alcançados por Antônio Mariz. Além do mais, assenhoreou-se do comando da Arena e conquistou, em convenção, mais de 80% dos votos do diretório que presidia para ser ungido candidato a governador. Estava infiltrado, por igual, na máquina administrativa, com um séquito de correligionários em pontos estratégicos do governo paraibano.

    Nonato Guedes

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