Colunista Roberto Notícia

  • Retorno de João Azevêdo ao PSB fortalece palanque para Lula na Paraíba e acomoda ex-aliados da legenda ao governo

    19/09/2021

     Com a possibilidade de o governador João Azevêdo retornar aos quadros do PSB aproxima ainda mais as chances do ex-presidente Lula ter um ou mais palanques na Paraíba nas eleições de 2022. No momento atual existem conversações para que o PSB venha fazer parte dos partidos aliados do governo da Paraíba, tudo será uma questão de tempo.

     

    Outros pontos positivos do retorno do governador João Azevêdo, além de um partido forte à nível nacional com ideologia política que assemelha ao governador, tempo de TV, o número 40 da sigla ao qual o governador foi eleita no pleito passado e muitas outras vantagens.

    O deputado federal Gervásio Filho presidente estadual do partido já deu sinais para que isso aconteça, e ganha agora o reforço do presidente nacional do PSD, Carlos Siqueia. Em declaração à imprensa o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, afirmou que as portas do partido estão abertas para um possível retorno do governador João Azevêdo (Cidadania). Siqueira disse ainda que tem uma “excelente” relação com Azrevêdo e a saída do governador “não foi uma boa, eu acho, para o PSB”.

    Carlos Siqueira comentou ainda que nunca teve problemas com João e que “aquilo foi um problema criado na Paraíba mesmo. Não foi um problema com o PSB”, se referindo à tensão no PSB estadual envolvendo o ex-governador Ricardo Coutinho. “Ele teve lá suas razões para sair, mas se ele quiser voltar eu farei questão de ir à Paraíba para assinar a sua filiação”, destacou.

    O governador até o momento não se pronunciou sobre o assunto de deixar o Cidadania ao qual é filiado hoje pelas mãos de Ronaldo Guerra e Nonato Bandeira para retornar ao PSB com todos os poderes, no comando do Partido, e podendo ainda ampliar sua base e reverter a possibilidades de alguns quadros do partido que esperam a janela partidária para deixar o PSB.

    O deputado estadual, Hervázio Bezerra (PSB), avaliou, o eventual retorno do governador João Azevêdo (Cidadania) ao PSB. Para Hervázio, é preciso aguardar as definições das regras eleitorais. Ele disse que essa decisão  é muito pessoal, mas destacou que o PSB é um partido forte do ponto de vista de estrutura partidária.

    Como na política todo pode acontecer, inclusive nada, nos resta esperar a posição que será adotada pelo governador João Azevêdo.

     

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  • OPINIÃO - Que Brasil é este de governantes de calça “frouxa” ou “apertada”? - VEJA VÍDEOS

    11/09/2021

     A turbulência vivenciada pela classe política nos últimos anos chaga a servir de piada pelas suas atitudes e falta de discernimento para enfrentar os principais problemas da população e apresentar soluções para pelo menos reduzir o sofrimento de um povo que tem perdido a esperança em seus governantes.

    Que Brasil é este de governantes de calça “Frouxa ou Apertada”? Pergunta esta que não quer calar. A falta de surgimento de uma liderança que possa vir acabar com esta polarização que temos vivenciado nos últimos tempos, mostra com clareza e incerteza de um futuro melhor para o povo brasileiro.

    Parece-me que para as eleições de 2022 não será diferente um grupo político defende a volta ao passado e outro a permanência do que está aí.  Ou seja, nade de novo, em idéia, que possa apresentar a população para enfrentar os sérios problemas que todos sabem e estamos convivendo numa inércia sem perspectiva nenhuma de dias melhores.

    O que temos observados são conjecturas nefasta que vem predominando com adjetivos de classificação a exemplo de calça “Frouxa ou Apertada”  que não leva a nada e a lugar nem em qualquer setor da sociedade brasileira. A falta de compromisso da classe política e outros segmentos com a nação é gritante.

    Sem o bom censo tão esperado pela nação barsileira. O que esperar dos poderes se degladiando  em busca de mostrar "força" ou quem manda mais. O povo que se lixe para o que estáacontecendo e as futuras gerações sem um norte do que será o seu futuro.

    Em vídeo que circula as redes sociais, na quinta-feira (9), mostra o pastor bolsonarista Jackson Vilar chamando o presidente Jair Bolsonaro de “calça frouxa”. O ataque ao chefe do Executivo acontece após ele pedir, em um áudio vazado, para que os caminhoneiros desbloqueassem as pistas das rodovias e após a publicação de uma nota, em que o presidente pede desculpas pelas ofensas e ameaças ao Supremo Tribunal Federal (STF) feitas no dia 7 de setembro.

    No vídeo Vilar diz que Bolsonaro “traiu” seus apoiadores e cita o caminhoneiro Marcos Antônio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão, que está foragido no México, após ter sua prisão decretada no dia 3 de setembro pelo ministro do STF Alexandre de Moraes.

    “Aqui em São Paulo nós temos um calça apertada e em Brasília nós temos um calça frouxa, Chamado Jair Messias Bolsonaro. Hoje grava um vídeo mandando recuar. Eu fui processado várias vezes defendendo o Bolsonaro, mas agora eu te digo, eu não acredito em Bolsonaro mais. Eu quero queimar minha camisa com nome de Bolsonaro, você traiu o seu povo, porque você é um frouxo, covarde”, afirmou o pastor.

     pastor.

     

     

    Durante uma live na noite de quinta-feira (24/12), nas vésperas do Natal, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) comentou a viagem do governador de São Paulo, João Doria a Miami, nos Estados Unidos. Segundo Bolsonaro, a ação do governador foi contrastante com a política de fechamento do estado paulista durante a pandemia de covid-19. "O povo tem que ficar em casa que eu vou passear em Miami. Pelo amor de Deus, calcinha apertada. Isso é coisa de calça apertada, calcinha apertada", afirmou o presidente.

    Veja as declarações de Bolsonaro em live.  https://www.youtube.com/watch?v=an5gi5KQiGU  

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  • Líderes do nosso País não se lembram de cobrar o fim dos “Penduricalhos” e só “pensa” no povo para falar de crise

    08/09/2021

     O amanhã depois das manifestações populares de 7 de setembro. Foi criada uma expectativa para os discursos do Presidente da Câmara Federal  Arthur Lira (PP-AL) e do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux e do Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que se pronunciou ontem em tom moderado.  Hoje o deputado Arthur Lima, falou que que Câmara é ‘motor de pacificação’ entre Planalto e STF. Já o presidente do STF, ministroLuiz Fux, em pronunciamento disse que a “ninguém fechará” a Corte e que o desprezo a decisões judiciais por parte de chefe de qualquer poder configura crime de responsabilidade.

     

    Supersalários refletem desigualdade social

     

    Dos 11 ministros do STF, só três recebem abaixo do teto  Fonte: STF
    Dos 11 ministros do STF, só três recebem abaixo do teto Fonte: STF

     Resumo da Ópera. Todos jogaram para galera em seus discursos, o ministro Luiz Fux disse o seguinte: conclamo os líderes do nosso país a que se dediquem aos problemas reais que assolam o nosso povo: a pandemia, que ainda não acabou e já levou para o túmulo mais de 580 mil vidas brasileiras, e levou a dor a estes familiares que perderam entes queridos; devemos nos preocupar com o desemprego, que conduz o cidadão ao limite da sobrevivência biológica; nos preocupar com a inflação, que corrói a renda dos mais pobres; e a crise hídrica, que se avizinha e que ameaça a nossa retomada econômica.

    Para quem vive no Brasil com inúmeros problemas sabe muito bem que o Presidente do STF, Luiz Fuz se esqueceu de falar em seu discurso como os demais membros do poder Executivo, Judiciário e Legislativo, que estes manifestantes que foram as ruas ontem, 7 de setembro também cobram o fim da “farra” com o dinheiro público do cidadão que paga imposto neste País.

    Os líderes do nosso país não se lembraram de cobrar o fim dos Penduricalhos em todas as esferas, seja no Executivo, Legislativo e Judiciário.

    Existe protocolada na Câmara Federal uma PEC do deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) que protocolou na Câmara dos Deputados a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 147/2019, conhecida como ‘PEC dos Penduricalhos’, que recebeu 173 assinaturas de parlamentares. Eram necessárias 171 assinaturas. A proposta altera artigo 37 da Constituição Federal e prevê o fim dos auxílios creche, mudança, livro, saúde, alimentação ou qualquer outro para quem recebe mais de 1/4 do salário do ministro do Supremo Tribunal Federal (aproximadamente R$ 10 mil). A matéria precisa passar pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) e sendo aprovada a admissibilidade, segue para a Comissão Especial.

    Tratados como seguro para garantir a independência e a probidade da Justiça, os benefícios dos juízes brasileiros custam muito aos cofres públicos. Fora os salários, que acabam de aumentar R$ 16,3%, cada um dos 18 mil magistrados do país recebe em média aproximadamente R$ 20 mil mensais com os mais variados penduricalhos para suavizar as despesas com casa, comida e escola dos filhos.

    Poupados da reforma administrativa, juízes e promotores públicos gozam das maiores regalias salariais, com direito a auxílios, subsídios e privilégios. Neste momento de crise do Brasil os que defendem a Democracia e são contra as manifestações antidemocráticas esquecem-se de fazer a sua parte, que é acabarem com os privilégios e os mais variados penduricalhos.

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