Colunista Roberto Notícia

  • O Preço de uma vitória e o inconformismo dos derrotados

    07/11/2018

     Após ter sido eleito um dos deputados federais mais votados da Paraíba, incomodando de forma criteriosa diversas alas também da política Nacional, devido ao seu discurso combativo contra a corrupção e em favor da família, eis que alguns setores da mídia, assim como algumas caricaturas da política paraibana, avessos e inconformados com a vitória de Julian e do seu dileto amigo e presidente da República, eleito, Jair Messias Bolsonaro, tentam minar a imagem do deputado, utilizando-se de fatos já consolidados e por vezes já refutados através da verdade, nesse sentido imperioso destacar que com relação aos falaciosos crimes da Lei Maria da Penha, supostamente havidos contra a sua ex esposa, restou dito, inclusive, reiteradamente pela mesma: “Eu me exaltei nas palavras e falei além do ocorrido”, sendo assim, os inquéritos foram fundamentadamente arquivados, ou seja, não há culpa sem culpado, sequer houve processo, pois a denúncia não foi recebida, na verdade, como dito, estancou-se na fase pre processual (arquivamento do inquérito).

     

    Já dizia Santo Agostinho: “As pessoas costumam amar a verdade quando esta as ilumina, porém tendem a odiá-la quando as confronta”, nesse viés, o desapego à verdade vem sendo uma constante em face da vida particular de Julian Lemos, talvez para se criar uma via reflexa ao presidente eleito, visto ser o principal aliado deste, para tanto, basta verificar as articulações em bloco contra o deputado eleito por parte da mídia e políticos oposicionistas, pois, numa nítida intenção de macular a imagem de Julian, aduzem existir ainda, uma condenação contra si por crime de estelionato, mas, a bem da verdade, não houve crime, pior, Julian não era parte legítima no processo, houve uma confusão processual entre a função de gerente (cargo exercido por Julian) e sócio, contudo, importa destacar que nestes autos houve a extinção da punibilidade, ou seja, a preço de hoje, não há que se falar sequer em condenação ou reincidência, sendo considerado um cidadão de vida limpa e ilibada.

    A vida pública tem seus percalços, e Julian Lemos com a coragem que lhe é peculiar sabe enfrentar os discursos adversos, por vezes mentirosos e “invencionistas”, ciente de que isto é o resultado de se conseguir o apoio popular, galgando cada passo com honestidade, verdade e altivez, com 71.899 votos, derrotando grandes nomes da política paraibana, o Campinense de 42 anos de idade, vice-presidente Nacional de PSL, nomeado para a equipe de transição e braço direito do Presidente Eleito Jair Bolsonaro, é sem dúvida um orgulho para a Paraíba, motivo de regozijo para quem acredita no avanço do Estado.

    Inácio Queiroz

    Advogado criminalista

  • Julian rebate imprensa sobre acusações de crimes e diz: “melhor Jair se acostumando comigo também”

    06/11/2018

     O deputado federal eleito Julian Lemos (PSL) rebateu as matérias da Veja e de outros sites nacionais que o classificaram como condenado por estelionato e enquadrado na Lei Maria da Penha. A Veja, por exemplo, lançou matéria em que se refere a Julian como “Bolsonaro indica condenado por estelionato para equipe de transição”. O novo parlamentar paraibano e amigo do presidente eleito disse que esses são “assuntos mais que resolvidos” e que “quem é limpo querem deixar sujo”.

    A mensagem de repúdio às reportagens foram publicadas em rede social, nesta terça-feira (6). “Vocês são lixo, vocês não têm credibilidade, é melhor Jair se acostumando comigo também”, disse Julian na publicação. Veja na íntegra.

     

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    Da Redação com Roberto Noticia  

  • Imprensa tem lado sim, e é questionada em sua “independência” no Brasil de hoje

    06/11/2018

    O radicalismo político que estamos vivenciando nos últimos anos tem trazido vários desdobramentos, principalmente no setor da imprensa do Brasil. Ficou evidenciado nesta última eleição, Quando algum órgão da grande imprensa brasileira se posicionou a favor do candidato da esquerda, Fernando Haddad.  

    Até ai, tudo bem, em países mais desenvolvidos a exemplo dos Estados Unidos, já há um bom tempo, por lá existe veículos de comunicação que falam a linguaje dos Republicados e outros dos Democratas. O leitor, ouvinte ou telespectador, tem a livre escolha do que escutar, ou vê.

    Aqui, no Brasil, com a mudança de governo, ou sem ele, alguns jornalistas ou radialistas, que “rezam” na cartilha do patrão. Por que em sua maioria sobrevivem das verbas públicas, ou se não fecham seus veículos. Querem ser intocáveis, ou seja, quando alguém tem opinião diferente. Se valer do antigo “jargão”, que a imprensa é intocável. O que não é verdade.

    Nesta eleição. O recado ficou bem claro, quando o presidente eleito, Jair Bolsonaro usou muito bem as redes sociais, apoiado por grande parte da população, que trabalhou de graça e conseguiu êxito, mudando um quadro bastante corriqueiro, que os grandes veículos sempre ditavam o que queriam e a população era manipulada como massa de manobra.

    Já é tempo de alguns jornalistas ou radialistas assumirem as suas posições e dizer que estão a serviços do órgão que trabalha ou assumir sua posição que é de esquerda, direita  ou centro. Não é mais aceito essa história que são “independentes”, algo que a população sabe muito bem que não é verdade.

    Sou a favor que fez parte do um órgão público, deve prestar contas a sociedade, agora está na hora, dos veículos de comunicação também terem as suas verbas também fiscalizadas pelo povo, ou seja, que os órgãos públicos democratizem as suas verbas.  Não como tem sido feito, há algum tempo,

    Tem hoje, fato novo, que já vem há bastante tempo, demostrando a sua força, que é as redes sociais, onde o cidadão comum opina e mostra o outro lado, com questionamentos, que não tinham num passado bem próximo. É preciso ficar atendo as mudanças dos hábitos da sociedade, que não é tão enganada como antigamente.

    Em artigo publicado recentemente na imprensa, vejam o que diz o jornalista Mário Marona. E tire as suas conclusões se realmente existe imprensa livre no Brasil.

    "O Brasil não tem uma imprensa isenta que não seja pobre, alternativa, e feita com o sacrifício pessoal de uns poucos jornalistas que abrem mão do conforto que poderiam dar às suas famílias para suprir a carência de informação confiável na mídia tradicional. Enquanto o Brasil não tiver uma imprensa independente e isenta, que sirva de alternativa e contraponto, será governado por uma imprensa inescrupulosa e canalha", afirma o jornalista Mário Marona, ex-Globo.

     

    Roberto Notícia

    Jornalista

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