Colunista Roberto Notícia

  • VÍDEO DELAÇÃO – Ricardo Coutinho ordenou à Ivan Burity aplicar mais de R$ 1 milhão de propina em reforma de imóvel da família Coutinho onde funcionava o canal 40, o “QG” das campanhas, tudo sem alvará da PMJP e sem contrato

    11/01/2020

     Em 2011, no primeiro ano como governador do estado da Paraíba, Ricardo Coutinho , em reunião com Livânia Farias e Ivan Burity, determinou que fossem arrecadados recursos oriundos de propina, na ordem de mais de R$ 1 milhão, para reformar um imóvel de propriedade do “Clã Coutinho”, onde funcionava o Canal 40, espécie de “QG-Quartel General” para as campanhas políticas dos socialistas. A megaestrutura foi inaugurada na campanha de Estela Bezerra à Prefeitura de João Pessoa em 2012.

    Além de arrecadar dinheiro sujo de propina para valorizar imóvel do “Clã Coutinho” , localizado nas proximidades do Distrito Industrial de Mangabeira, onde funcionava o Canal 40, a ordem de Ricardo Coutinho era que toda a obra fosse feita de forma clandestina, sem alvará da Prefeitura de João Pessoa, sem contrato com a construtora.

    “Quando me foi dada a missão de construir o Canal 40 de forma velada , ou seja, não deveríamos tirar alvará, não fazer contratos formais com empresas. Inicialmente foram feitas planilhas, essas planilhas foram apresentadas a Ricardo. Não foi tirado nenhum tipo de licenciamento. Por isso que não foi dado a gente documento nenhum, talvez essa posse seja tão encoberta , que daí essa história faça sem perguntar. A gente nunca teve acesso de quem era ( o imóvel)”, disse Ivan Burity.

    Em acordo de delação premiada, o arrecadador de recursos de propina, Ivan Burity, confessou aos promotores do Gaeco, que ele próprio foi encarregado pessoalmente por Ricardo Coutinho de assumir a missão. “O primeiro aporte foi de R$ 800 mil, mas depois das obras complementares, porque aí ficaram pedindo para cobrir garagem e outras coisas, passou de R$ 1 milhão, R$ 1 milhão e 500 mil, por aí”, disse Ivan Burity.

    O terreno onde ficava o imóvel era cercado por muro de três metros de altura, e a missão dada por Ricardo Coutinho a Ivan Burity era reformar o prédio , com dinheiro de propina de Empresas contratadas pelo Governo do Estado, e cuja obra não chamasse a atenção de ninguém, de forma clandestina, sem qualquer documento junto à Prefeitura.

    Segundo Ivan Burity, em sua colaboração, “A obra do novo prédio do Canal 40, com mais de R$ 1 milhão de propina, ficou exuberante. “As instalações ficaram suntuosas, com estúdios climatizados e isolados acusticamente, um bloco de comando com escritório e suíte exclusivos para Ricardo Coutinho, várias salas para reunião, salas para produção de vídeos e spot para rádio, refeitório, cozinha, estacionamento coberto, duas salas de recepção independentes, complexo de salas para o corpo jurídico, salas para T.I., e muros reforçados”.

    Ivan Burity revelou que o próprio Ricardo Coutinho foi, por duas vezes, inspecionar as obras da reforma do novo prédio do Canal 40. O irmão de Ricardo,  Coriolano Coutinho estava no local com mais frequência para acompanhar e fiscalizar o andamento da obra.

    O ex-governador Ricardo Coutinho não teve nenhuma preocupação em fazer uma obra, de valor em mais de R$ 1 milhão,com dinheiro sujo de propina, investindo e valorizando sobremaneira imóvel particular cuja propriedade se confundia entre Sandra Coutinho, Coriolano Coutinho e o próprio Ricardo Coutinho.

    Além disso o ex-governador determinou que se desrespeitasse completamente a legislação para o tipo de procedimento de obra de reforma , ignorando o regramento e as licenças obrigatórias que deveriam ser requeridas junto a Prefeitura Municipal de João Pessoa, cuja gestão à época também era comandada pelo seu grupo político. VEJA TRECHO DA DELAÇÃO :

     

     

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  • VÍDEO: Enquanto a Calvário ‘rifa’ os pré-candidatos a prefeito de João Pessoa, Nilvan Ferreira administra o favoritismo e começa a gastar sola de sapato

    08/01/2020

     A Operação Calvário segue fazendo vítimas, como Ricardo Coutinho e Zenedy Bezerra, ambos ex-pré-candidatos a prefeito de João Pessoa.

    Outros já caíram antes mesmo da Calvário, como o secretário municipal Diego Tavares, flagrado num áudio nada republicano, que dizem ter sido gravado por um outro secretário muito esperto.

    Liderando com folga as pesquisas internas após a prisão de Ricardo Coutinho, o radialista Nilvan Ferreira tem contado com o seu carisma e uma mãozinha dos ‘deuses’ para consolidar ainda mais a sua pré-candidatura a prefeito de João Pessoa.

    Dizem que após a prisão de Ricardo Coutinho, Nilvan já trocou duas vezes a sola do sapato e perdeu 5kg.

    Acho que subestimaram o neguinho e vai ser difícil tirar o favoritismo dele em poucos meses. Espertamente, Nilvan começou sua pré-campanha no povão, seu principal público alvo.

    Talvez por isso já tem gente o chamando de ‘Nilvan do Povo’. Se é do povo mesmo, só as urnas irão dizer, mas que tem carisma, tem.

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  • Efraim Filho coloca sigilos à disposição da Justiça e rebate: “quem não deve, não teme”

    05/01/2020

     O deputado federal Efraim Filho ao tomar conhecimento da citação pela imprensa, Em novo trecho que se tornou público da delação premiada concebida no âmbito da Operação Calvário, a ex-secretária de Estado da Administração, Livânia Farias, afirmou que o deputado federal Efraim Filho (DEM) havia recebido R$ 2 milhões, como parte do pagamento pelo apoio ao projeto de reeleição do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), nas eleições de 2014. 

    O parlamentar, que é líder do Democratas na Câmara Federal, tratou de desmentir a informação e colocou os sigilos bancário, telefônico e fiscal à disposição da justiça. 

    “Tomei ciência pela imprensa da citação do meu nome, nas investigações em curso, como que no ano de 2014 tivesse recebido ajuda de campanha para apoiar a chapa do então governador. Absolutamente nego essa ilação feita contra mim, sem apresentar uma prova ou sequer uma data. As contas da minha eleição 2014 foram analisadas, julgadas e aprovadas pela justiça eleitoral”, diz Efraim Filho em nota.

    “Ao rechaçar totalmente essa inverídica acusação, e mesmo sem estar no rol de investigados pela operação, coloco meu sigilo bancário, telefônico e fiscal a disposição da justiça. Quem não deve não teme”, conclui.

    Ainda segundo a delação de Livânia Farias, o valor de R$ 2.000.000,00 teria sido entregue à Efraim Filho da seguinte forma: metade (R$ 1 milhão) em mãos por meio do ex-secretário Executivo de Turismo, Ivan Burity, no dia em que o acordo foi fechado; e o restante teria sido repassado em parcelas de R$ 250 mil.

    Veja íntegra de nota à imprensa. 

    NOTA À IMPRENSA

    Quem não deve, não teme: coloco meu sigilo bancário, telefônico e fiscal a disposição da justiça. 

    Tomei ciência pela imprensa da citação do meu nome, nas investigações em curso, como que no ano de 2014 tivesse recebido ajuda de campanha para apoiar a chapa do então governador. Absolutamente nego essa ilação feita contra mim, sem apresentar uma prova ou sequer uma data. As contas da minha eleição 2014 foram analisadas, julgadas e aprovadas pela justiça eleitoral. 

    Ao rechaçar totalmente essa inverídica acusação, e mesmo sem estar no rol de investigados pela operação, coloco meu sigilo bancário, telefônico e fiscal a disposição da justiça. Quem não deve não teme.

    Efraim Filho

     

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