‘HÁ ESPAÇO PARA AMBOS’: Carlos Siqueira conversa com João e Ricardo e aposta em solução pacífica para crise no PSB da Paraíba

17/08/2019
João Azevêdo, Ricardo Coutinho e Carlos Siqueira / Foto: reprodução
João Azevêdo, Ricardo Coutinho e Carlos Siqueira / Foto: reprodução

 O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, defendeu que haja uma solução pacífica para a crise interna do partido na Paraíba, iniciada desde a nomeação de Edvaldo Rosas como secretário chefe de governo. Em entrevista ao Polêmica Paraíba, neste sábado (17), ele enfatizou que há espaço na sigla para o governador João Azevedo e para o ex-governador Ricardo Coutinho e pediu unidade na legenda.

Carlos Siqueira informou que conversou por telefone com João e Ricardo, e que não viu indisposição de ambos para o diálogo.  “Eu desconheço que vai acontecer rompimento. Pois, quem vai romper? Eu penso que há um espaço para ambos atuarem. Um sem mandato, o outro com mandato, e que portanto nosso esforço é o de encontrar uma saída de consenso, que prestigiem as lideranças principais, quem está governando e quem está fora do governo”, opinou.

Siqueira reconheceu a liderança de Ricardo Coutinho na eleição de João Azevêdo e de parlamentares da sigla e conclamou o PSB paraibano à unidade. “O governador Coutinho ficou sem mandato, mas se dedicou a eleição de João Azevedo, à eleição de um senador, de deputados e tal. Precisam ambos contribuir para o partido seguir forte, se somar a outros estados e fazer o PSB ainda mais forte”, considerou.

Carlos Siqueira lembrou do que chamou de ‘legado do PSB na Paraíba e em João Pessoa’, e pediu a preservação desse modelo administrativo e político. “Foi muito importante para o PSB a presença do partido tanto na capital paraibana quanto no governo por oito anos, e agora temos mais quatro. Eu penso que a continuidade desse legado será muito importante para o partido continuar mantendo suas políticas na mesma rota que o governador Coutinho manteve”, pontuou.

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Crise

A crise interna no PSB teve início com a nomeação de Edvaldo Rosas como secretário chefe de governo, quando as deputadas estaduais Estela Bezerra e Cida Ramos passaram a defender abertamente o nome de Ricardo Coutinho no comando da sigla. Outras lideranças do partido, a exemplo da deputada Polyana Dutra, do líder do governo na Assembleia, Ricardo Barbosa, e do governador João Azevêdo defenderam a permanência de Edvaldo Rosas.

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Da Redação com Roberto Noticia  - DRT 4511/88

 

 



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