Advogado de RC chama denúncia do MPPB de ‘espetacularização’ e diz que objetivo é desconstruir legado do ex-governador

14/01/2020
Segundo Eduardo, uma narrativa sem provas, feita por ações de uma delatora, não se caracterizam como fato concreto e por consequência crime
Segundo Eduardo, uma narrativa sem provas, feita por ações de uma delatora, não se caracterizam como fato concreto e por consequência crime

 O advogado de defesa do ex-governador da Paraíba Ricardo Coutinho, Eduardo Cavalcanti, comentou na noite desta segunda-feira (13), a denuncia do Ministério Público da Paraíba (MPPB) contra o ex-gestor e outros 34, encaminhada ao Poder Judiciário no âmbito da Operação Calvário.

 

Segundo Eduardo, uma narrativa sem provas, feita por ações de uma delatora, não se caracterizam como fato concreto e por consequência crime. Ele caracterizou a operação como midiática com o objetivo de desconstruir o que o ex-governador construiu no Estado ao longo de oito anos.

 

“Uma denúncia sem qualquer prova a não ser delações, além da tentativa permanente do Ministério Público em criminalizar qualquer diálogo que envolva gestão de governo. Não existe culpa por não existir fato concreto. Não existe qualquer aumento minimamente ilícito do patrimônio, enfim, uma operação espetacularizada com objetivos majoritários de encobrir conquistas dos oito anos de governo”, avaliou Cavalcanti.

 

Entenda

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) encaminhou uma denúncia ao Poder Judiciário contra o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) e mais 34 pessoas, na última segunda-feira (13), como consequência da Operação Calvário. Eles são suspeitos de participação em suposta organização criminosa que teria desviado R$ 134,2 milhões de recursos da saúde e educação do Estado. Ao todo, os denunciados integram quatro núcleos divididos em político, econômico, administrativo e financeiro operacional.

 

Além de Ricardo Coutinho, também integram a denúncia as deputadas estaduais Estela Bezerra e Cida Ramos, e a prefeita do Conde, Márcia Lucena, todas do PSB (núcleo político); os ex-secretários Waldson Dias de Souza, Cláudia Veras, Aracilba Rocha, Livânia Farias, Ivan Burity e Edvaldo Rosas, e o ex-procurador do Estado, gilberto Carneiro (núcleo Administrativo); o advogado Francisco das Chagas Ferreira, o ex-senador Ney Suassuna (Núcleo Financeiro Operacional); Daniel Gomes da Silva e David Clemente Monteiro Correia (Núcleo econômico), entre outros (veja a lista abaixo).

 

O governador João Azevêdo não integra a denúncia formulada pelo Ministério Público da Paraíba.

 

De acordo com a denúncia, o grupo mantinha “um modelo de governança regado por corrupção e internalizado nos bastidores dos poderes Executivo e Legislativo do Estado da Paraíba, o qual se destacou, com maior intensidade, a partir da ascensão do denunciado Ricardo Vieira Coutinho ao governo estadual”.

 

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Da Redação com Roberto Noticia  -  Jornalista -  DRT 4511/88

 

 



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