OPERAÇÃO CALVÁRIO - Gilmar admite erro e refaz despacho que soltou acusado de ser laranja de Coutinho

14/02/2020
Na decisão que autorizou o habeas corpus a Breno Dornelles Pahim Neto, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, por pouco não cometeu equívoco
Na decisão que autorizou o habeas corpus a Breno Dornelles Pahim Neto, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, por pouco não cometeu equívoco

 Na decisão que autorizou o habeas corpus a Breno Dornelles Pahim Neto, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, por pouco não cometeu equívoco.

Na justificativa que manda soltar Pahim Neto, a mesma em que critica o desembargador Ricardo Vital de Almeida, Mendes confundiu o beneficiado com Breno Dornelles Pahim Filho, tio de Pahim Neto, que é casado com a irmã de Ricardo Coutinho (PSB), Raquel Coutinho.

Ambos são acusados de integrarem um esquema de laranjas do ex-governador da Paraíba.

No início da noite desta quinta-feira (13), em documento que o Portal MaisPB teve acesso, Mendes fez a retificação:

Justificativa anterior cita Breno Dornelles Pahim Filho

Justificativa corrigida com Breno Dornelles Pahim Neto

Maurílio Júnior e Wallison Bezerra 




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