Ricardo mostra arrependimento de não ter disputado o Senado e minimiza ‘ausência’ de Azevêdo no SOS Transposição

31/08/2019
O ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) surpreendeu, nesta sexta-feira (30), ao mostrar arrependimento de não ter disputado uma das vagas no Senado Federal, nas eleições de 2018
O ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) surpreendeu, nesta sexta-feira (30), ao mostrar arrependimento de não ter disputado uma das vagas no Senado Federal, nas eleições de 2018

 O ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) surpreendeu, nesta sexta-feira (30), ao mostrar arrependimento de não ter disputado uma das vagas no Senado Federal, nas eleições de 2018, quando optou por continuar no exercício de Chefe do Poder Executivo até a conclusão do mandato.

Em entrevista à Rádio Correio FM, Ricardo Coutinho comentou que 2018 era um outro momento, contudo, se a eleição fosse hoje, teria entrado na disputa. “Eu olho o cenário nacional, vejo as coisas acontecendo, vejo a necessidade de potencializar a discussão política dentro do Senado, então, se fosse hoje, não é uma questão de arrependimento, mas se fosse hoje naqueles quadros eu disputaria o Senado sim, e lutaria muito para representar o meu Estado, e o nosso povo”, disse.

 
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SOS TRANSPOSIÇÃO

Na oportunidade, o atual presidente da Fundação João Mangabeira, do PSB, ainda minimizou a possível ausência do governador João Azevêdo (PSB) e de outros políticos aliados no “SOS Transposição”, no próximo domingo (1º), no município de Monteiro. Segundo Ricardo Coutinho, a discussão levantada por alguns agentes públicos de que o evento seria técnico ou político é “conversa para boi dormir”.

“Eu se fosse vereador, deputado, senador ou governador estaria lá, como sempre estive. Então, acho que esse ato é daqueles que acreditam na luta do povo pela Transposição. Tem gente que não acredita e prefere não ir”, disse.

AUSÊNCIA DE JOÃO

Ricardo Coutinho ainda evitou comentar diretamente sobre a possível ausência do governador João Azevêdo no SOS Transposição. “Você tem que perguntar a João Azevêdo. Se ele vai ou não vai, o convite é público, o governador já foi convidado por muita gente. Todos são convidados, independentemente de partido político”, frisou.

 

 
 



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