Filho de sargento agiota preso é investigado por pornografia infantil

Por Redação Por Redação - 16/11/2021 08:48
Foto: Reprodução
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 Um dos filhos do sargento da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) Ronie Peter Fernandes da Silva, preso na manhã desta terça-feira (16/11) por liderar uma quadrilha de agiotas, também foi alvo da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). João Victor Fernandes da Silva Mendes é um dos suspeitos de integrar um grupo que compartilhava imagens de pornografia infantil por meio do WhatsApp.

Policiais da 38ª DP (Vicente Pires) cumpriram mandado de busca e apreensão na residência onde o jovem mora, em ação deflagrada em 4 de novembro deste ano, batizada de Operação Bad Boys.

À época, os investigadores cumpriram seis mandados de busca e apreensão contra seis homens, entre 19 e 22 anos, em Vicente Pires e Águas Claras. Segundo a Polícia Civil, pelo menos um deles repassou um total de 28 arquivos com fotos e vídeos de crianças e adolescentes em cenas de sexo. Ainda de acordo com as investigações, o bando consumia um medicamento ansiolítico misturado com bebidas alcoólicas e fazia rachas nas vias da capital do país.

Os investigadores identificaram os integrantes da quadrilha durante operação deflagrada em junho deste ano, a fim de apurar um acidente de trânsito ocorrido em 13 de maio de 2021, no qual um Audi, com o motorista e dois passageiros, invadiu uma serralheria situada na Rua 10 de Vicente Pires. Um dos suspeitos fugiu do local para evitar a prisão em flagrante pelo crime de embriaguez ao volante.

Arquivos encontrados

 

No decorrer das diligências policiais, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas residências do dono do automóvel e dos passageiros.

Durante a análise do material apreendido, foram encontrados diversos arquivos que comprovam a ingestão de bebidas alcóolicas, o uso do medicamento Alprazolam e a participação de um racha na via EPTG momentos antes de os jovens se acidentarem em Vicente Pires.

Dois dos rapazes que integram o grupo também foram alvo da Operação Bad Boyfriend, deflagrada em 22 de setembro deste ano, por supostamente terem recebido e compartilhado, sem a autorização da vítima, um vídeo íntimo em que um amigo em comum deles tinha gravado com a ex-namorada.

Investigados agora por transmitir e armazenar arquivos contendo cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente, os jovens estão sujeitos a uma pena que pode chegar a 6 anos de prisão.

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