Deputado Felipe Leitão chama o feito à ordem e lembra: “Cícero não disse que é oposição em momento algum”

O deputado estadual Felipe Leitão (Republicanos) comentou, nesta terça-feira (09/09) acerca do novo cenário político que se desenha na Paraíba com vistas às eleições de 2026 após a saída do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, do Progressistas para disputar ao Governo do Estado por outra legenda.

O movimento do gestor resultou em um rompimento com o governador João Azevêdo (PSB), que reagiu publicamente ao projeto de Cícero de forma desconexa com os interesses do projeto da base.

No entanto, em entrevista, Felipe enfatizou que o prefeito não aderiu ao grupo de oposição e abriu as portas do Republicanos para Lucena fortalecer o projeto da legenda no pleito.

“Cícero não disse que é oposição em momento algum. Eu ainda não ouvi do prefeito Cícero Lucena dizer que é oposição ao governo que aí está. Ele apenas comunicou uma desfiliação partidária. Olha, por mim seria muito bem-vindo, mas eu não posso eu não posso responder pelo Republicanos, já que o Republicanos é um maior partido do Estado da Paraíba, tem nove deputados estaduais aqui na casa de Epitácio Pessoa, 25% dessa casa aqui, ela é composta por deputados do Republicanos. Tem a maior bancada paraibana na Câmara Federal do Congresso Nacional com três deputados federais, tem o presidente da Câmara Federal, tem o presidente da Assembleia Legislativa e o vice-presidente que sou eu, também aqui do Republicanos. Então, de uma maneira democrática nós vamos colocar na mesa lá no Republicanos em todo o cenário político do estado da Paraíba. Como eu falei, existe uma sinalização que o presidente é o Hugo Motta virá ao Estado da Paraíba esse final de semana para conversar conosco acerca desse novo cenário, né, que se desenha na política estadual da Paraíba”, explicou.

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ELEIÇÕES 2026 - Líder da oposição na ALPB, George Morais diz que vai observar postura de Cícero antes de considerá-lo na oposição

 O deputado estadual George Morais (União Brasil), líder da bancada de oposição na Assembleia Legislativa da Paraíba, afirmou nesta sexta-feira (5) que só após os próximos movimentos do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (ex-PP), será possível enquadrá-lo como integrante do campo oposicionista.

Cícero anunciou oficialmente em nota a sua saída do Progressistas e a pré-candidatura ao Governo do Estado em 2026, decisão que mexeu com o tabuleiro político paraibano. Questionado sobre como a oposição deve receber o prefeito da Capital, George Morais ponderou que é preciso acompanhar de perto sua postura.

“Vamos observar qual será a postura política do prefeito de João Pessoa antes de considerá-lo parte da oposição. É natural que ele apresente seus posicionamentos e, a partir daí, poderemos avaliar”, afirmou ao WSCOM.

O parlamentar reforçou ainda que, caso se confirme o alinhamento de Cícero com o bloco oposicionista, a expectativa é de que isso fortaleça o projeto de unidade em torno de lideranças como o senador Efraim Filho (União Brasil) e outros nomes que disputam espaço na formatação da chamada Federação União Progressista.

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Sob pressão do PL da Anistia, Hugo Motta é visto como “morto-vivo”, “fraco” e fragilizado pela sombra de Arthur Lira, dizem analistas da GloboNews

 A condução do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), diante da pressão pelo Projeto de Lei da Anistia dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, vem gerando duras análises de comentaristas políticos. Nesta sexta-feira (5), tanto Natuza Nery quanto Gerson Camarotti, da GloboNews, destacaram a fragilidade do paraibano no comando da Casa Legislativa.

Em participação no canal, Natuza Nery afirmou que Motta é hoje um “presidente fragilizado”, frequentemente sabotado pelo ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL). Ela comparou o estilo mais suave e dialogal de Motta ao perfil combativo de Lira e avaliou que, se não conseguir se reposicionar, o deputado pode se transformar em um “morto-vivo” político.

“Motta tem um estilo muito diferente de Lira. Tem diálogo mais fácil, é mais suave que Lira. Mas presidente da Câmara fraco não vai a lugar nenhum. Ele precisa achar alguma maneira de se reposicionar nesse jogo (…) Ou ele se reposiciona e acumula força ou vai virar morto-vivo daqui para a próxima eleição da Mesa Diretora”, disse Natuza.

Na mesma linha, durante o programa Edição das 18h, Gerson Camarotti reforçou o cenário de isolamento de Motta e apontou que ele estaria “emparedado pela sombra de Arthur Lira”, já de olho em 2027.

“Hugo Motta foi eleito com uma quantidade de votos expressiva e com muitos acordos para serem cumpridos, e ele não está dando conta disso. (…) Já está pensando na reeleição em 2027. E o Arthur Lira já pensa, como plano B, se não conseguir ser candidato ao Senado, tentar a reeleição para a Câmara e voltar para a presidência da Casa. Então, isso vira uma sombra para Hugo Motta. (…) Hugo Motta, na prática, está emparedado pela sombra do Arthur Lira”, avaliou.

As análises de Natuza e Camarotti convergem ao apontar que Hugo Motta vive um momento de forte desgaste político, pressionado por promessas contraditórias feitas a governo e oposição sobre a pauta da anistia e pela constante influência de Arthur Lira nos bastidores. O futuro do deputado, afirmam, dependerá de sua capacidade de recuperar força e liderança no Legislativo.

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Para não assistir a um repeteco de 2022, João Azevêdo endurece tom e rejeita voto com Cícero

  Talvez para evitar o constrangimento das eleições de 2022, em que assistiu um dos principais aliados – o Republicanos – apoiar um adversário, o governador João Azevêdo tenha endurecido o discurso ao ser perguntado sobre “aceitar” o apoio do prefeito Cícero Lucena para sua pré-candidatura ao Senado.

O arranjo das eleições de 202, quando o Republicanos apoiou a reeleição de João Azevedo e a candidatura de Efraim Filho, na disputa ao Senado pela oposição, corria o risco de abrir “precedente” político, ou seja, campanhas blocadas.

“Não existe estar em dois cantos. Você não vai estar no palanque fazendo pedido para o adversário. Vamos raciocinar”, disparou o socialista. Errado não está.

Em uma campanha tão acirrada, como se desenha a de 2026, não dá para fracionar lados, fazer uma espécie de “cruzamento” de chapas. Cada um no seu quadrado.

Voltando a João, em um recado direto aos membros do PSB, entre eles o vice-prefeito Leo Bezerra, que disse em entrevistas anteriores que apoiará o governador para o Senado e em Cícero, que mira o governo, o governador, que comanda o PSB no estado, disse que vai cobrar fidelidade aos aliados.

Uma candidatura do prefeito garante a Leo assumir a Capital do estado por dois anos.

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ELEIÇÕES 2026 - Cícero Lucena rompe com Governador João Azevêdo e diz que vontade do povo não se negocia; veja nota

 Após encontro na Granja Santana com o governador João Azevêdo (PSB), nesta sexta-feira (5), o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, divulgou uma nota pública anunciando a sua desfiliação do PP e reafirmando seu projeto de concorrer ao governo da Paraíba em 2026.

No texto, ele destaca que pesquisas que indicam a preferência do seu nome pelo eleitorado foram desconsiderados pelo PP para a definição do nome mais competitivo do grupo. O partido pretende lançar o vice-governador Lucas Ribeiro (PP), com o apoio do governador João Azevêdo.

“Apesar de todos os apelos por critérios justos e transparentes na escolha do candidato do grupo liderado pelo governador João Azevêdo, e diante da decisão da direção dos Progressistas na Paraíba, de não apoiar esse desejo popular, somada à indefinição sobre o comando da federação União Progressista, que gera instabilidade em todo o projeto, comunico minha desfiliação da legenda”, diz, na nota.

Cícero deve anunciar para qual partido se filiará após retorno de viagem à Europa. A tendência é que retorne ao quadros do MDB. O convite formal foi feito ontem pelo senador Veneziano Vital do Rêgo.

Confira a nota na íntegra:

Nota

Com a humildade e a lealdade que sempre guiaram minha vida pública, registro que, nos últimos meses, tenho recebido nas ruas o carinho e o incentivo do povo para que eu dispute o Governo do Estado.

Todas as pesquisas, qualitativas e quantitativas, confirmam que a população reconhece o nosso trabalho à frente da Prefeitura de João Pessoa, pela quarta vez, e enxerga que a cidade vive o seu melhor momento.

Esses levantamentos também revelam que meu nome é o que melhor representa um projeto de desenvolvimento sustentável para a Paraíba, consciente de que, para continuar crescendo, o Estado precisa de um gestor experiente e com coragem para enfrentar os desafios.

Apesar de todos os apelos por critérios justos e transparentes na escolha do candidato do grupo liderado pelo governador João Azevêdo, e diante da decisão da direção dos Progressistas na Paraíba, de não apoiar esse desejo popular, somada à indefinição sobre o comando da federação União Progressista, que gera instabilidade em todo o projeto, comunico minha desfiliação da legenda.

Agradeço a todos que fazem parte do PP e reafirmo que levo comigo respeito, amizade e boas lembranças. No momento oportuno, anunciarei minha nova legenda partidária.

Apresento, com confiança e determinação, minha pré-candidatura ao Governo da Paraíba. Vou seguir ouvindo os paraibanos em todas as regiões e, a partir desse diálogo, elaborar o Plano de Desenvolvimento Estratégico da Paraíba, que vai garantir um futuro seguro para nosso estado, preservando as conquistas e fazendo a Paraíba avançar ainda mais.

A vontade popular não se negocia, se respeita.

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Decisão de senadores do PT mantém veto de Lula e Paraíba pode perder 2 federais e 6 estaduais

 Enquanto as articulações pela formação das chapas majoritárias para 2026 dominam o debate político na Paraíba, um tema de grande relevância para o estado segue em segundo plano: a possível redução no número de deputados federais que representam o estado em Brasília.

A discussão tem origem no Projeto de Lei Complementar (PLP) 177/2023, de autoria da deputada Dani Cunha (União Brasil–RJ), que previa a redistribuição das cadeiras na Câmara dos Deputados com base nos dados do Censo 2022. Pela proposta inicial, alguns estados ganhariam cadeiras, enquanto outros perderiam, mantendo o total de 513 parlamentares.

 

De acordo com a redistribuição original, Santa Catarina teria acréscimo de quatro vagas; Amazonas, Mato Grosso e Rio Grande do Norte, mais duas; e Ceará, Goiás, Minas Gerais e Paraná, mais uma. Já Rio de Janeiro, Bahia, Piauí e Rio Grande do Sul perderiam duas cadeiras cada, enquanto Alagoas e Pernambuco perderiam uma.

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Cícero Lucena diz que escolher um candidato sem apelo popular seria “rasgar as pesquisas”

 É notório que o clima tem ficado cada vez mais pesado dentro do Progressistas, com a disputa pública entre o prefeito Cícero Lucena e o vice-governador Lucas Ribeiro que tem se apresentado como candidato “natural”, com a possibilidade, cada vez mais concreta, do governador João Azevedo (PSB) sair para disputar o Senado em 2026.

Cícero tem insistido com a definição clara de critérios para escolha do candidato, e subiu uma oitava, nesta terça-feira (19/08), quando indagado se estaria disposto a abrir mão de disputar o Governo em favor de outro candidato. Cícero respondeu com uma outra pergunta: “É alguém que esteja, pela vontade do povo, melhor do que eu? Quem é que elege? O eleitor. E o eleitor não vai ser ouvido? Então, vamos rasgar as pesquisas.”

Sua indicação revela como a temperatura tem subido nos bastidores da escolha do candidato a governador. De um lado, Lucas, defendido pelo deputado Aguinaldo Ribeiro como “candidatura natural” para dar sequência ao projeto do governador João Azevedo. De outro, Cícero que defende a necessidade de pesquisas, para ouvir a população e apresentar um candidato que seja “da vontade do povo”.

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Bruno Cunha Lima recebe título de cidadão pessoense e destaca vínculos com a capital

 O prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (União Brasil), recebeu nesta segunda-feira (18) o título de cidadão pessoense, concedido pela Câmara Municipal de João Pessoa. A honraria, proposta pelo vereador Milanez Neto (MDB), reconhece a trajetória de Bruno e sua contribuição política e social à capital e à Paraíba.

Em contato com a imprensa, o gestor campinense destacou o sentimento de gratidão e a relação construída ao longo de uma década com João Pessoa, onde viveu, atuou como deputado estadual e consolidou projetos de impacto social.

“Esse ano faz exatamente dez anos que vim para a capital, na época como deputado. Desde então, fui muito acolhido em João Pessoa, criei vínculos e amizades que só fortaleceram essa relação. Aquilo que já era antes de coração, agora é também de papel passado. Esse título renova o meu compromisso com João Pessoa e com os pessoenses, que terminam sendo a capital e a mãe de todos nós paraibanos”, afirmou Bruno.

Ao relembrar sua trajetória política na cidade, Bruno citou ações como a Corrida do Bem, em prol do Hospital Napoleão Laureano, e iniciativas voltadas para pessoas com deficiência e a causa do autismo, que nasceram em João Pessoa. Ele também destacou o crescimento do apoio popular recebido na capital ao longo dos anos.

“Quando cheguei aqui como deputado estadual, tive pouco mais de 1.300 votos. Quatro anos depois, ao disputar para deputado federal, recebi 10.400 votos. Esse crescimento mostra a forma acolhedora como João Pessoa me recebeu, aumentando ainda mais meu compromisso com a cidade”, continuou o prefeito .

O autor da propositura, vereador Milanez Neto, ressaltou que a homenagem vai além da atual função de Bruno como prefeito de Campina Grande, reconhecendo sua postura política e atuação em causas sociais.

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Hugo Motta emprega caseiro de fazenda em seu gabinete na Câmara dos Deputados, diz Folha de S.Paulo

 O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), mantém em seu gabinete um funcionário que também atua como caseiro em sua fazenda em Serraria, no interior da Paraíba. A informação foi divulgada pela Folha de S.Paulo. A cidade tem cerca de 6 mil habitantes e fica a 131 km de João Pessoa e 225 km de Patos, base eleitoral do parlamentar.

De acordo com a reportagem, Ary Gustavo Soares trabalha como assessor do gabinete de Hugo Motta desde 2019 e recebe atualmente R$ 7.200 mensais em salários e auxílios pagos pela Câmara.

O caso levanta questionamentos sobre a proximidade pessoal entre parlamentares e funcionários nomeados para cargos públicos e sobre a utilização de recursos públicos para remunerar pessoas com vínculos pessoais com o político. Segundo a Folha de S.Paulo, embora a nomeação de pessoas próximas não seja ilegal, ela frequentemente gera críticas quanto à ética e à transparência na gestão pública.

O episódio também reforça o debate sobre o uso de cargos comissionados para favorecer indivíduos ligados pessoalmente a parlamentares, em vez de profissionais técnicos e especializados.

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Lula recebe Hugo Motta e líderes do Republicanos para almoço no Palácio das Alvorada

 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu na terça-feira (19), no Palácio da Alvorada, três líderes do Republicanos para um almoço que integra a estratégia do governo de fortalecer a base de apoio no Congresso e abrir diálogo com partidos do Centrão de olho nas eleições de 2026.

Estiveram presentes ao encontro o presidente da Câmara dos DeputadosHugo Motta (RepublicanosPB), o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira (RepublicanosSP), e o ministro de Portos e AeroportosSilvio Costa Filho (RepublicanosPE), deputado federal licenciado pelo partido. A ministra das Relações InstitucionaisGleisi Hoffmann, também participau.

O gesto faz parte da série de conversas que Lula tem promovido com lideranças partidárias nas últimas semanas. Já passaram pelo Alvorada representantes do MDBPSDUnião Brasil e PSB. A ideia é ampliar a governabilidade e neutralizar movimentos de oposição em ano pré-eleitoral.

O Republicanos, no entanto, mantém um discurso de independência. O presidente da legenda, Marcos Pereira, já afirmou que o partido tende a apoiar uma candidatura de centro-direita em 2026. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, filiado ao Republicanos, é apontado como uma das principais apostas do grupo para enfrentar Lula na próxima disputa presidencial.

A reunião ocorreu também em clima de reaproximação entre Executivo e Legislativo, após atritos recentes sobre medidas econômicas, como a mudança no IOF. Na semana passada, Lula e Hugo Motta já haviam se encontrado, e o presidente da Câmara se comprometeu a priorizar projetos de interesse do Planalto, como o pacote de apoio a empresas afetadas por tarifas internacionais.

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