Suplente de deputado federal, Raniery Paulino vai mesmo para a Câmara Federal em breve

 Diferente dos colegas Pollyanna Dutra e Ricardo Barbosa, que aguardam convocação por parte do governador João Azevêdo, o deputado Raniery Paulino ja sabe que terá como destino assumir, em algum momento, o mandato na Câmara Federal.

O deputado afirmou ter conversado com João, semana passada, e que deixou claro que estava bem representado pelo pai, Roberto Paulino, confirmado na Secretaria de Governo.

Raniery lembrou o acordo com o Republicanos para que, na condição de primeiro suplente, assuma o mandato. O partido elegeu três deputados federais: Hugo Motta – que preside à legenda -, Murilo Galdino e Wilson Santiago.

Nesta terça-feira (17), o governador confirmou que Raniery não ocupará cargos na gestão. Com relação a Pollyanna, João aguarda que a socialista seja incorporada ao Governo Lula. Não deu pistas sobre Ricardo Barbosa.

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Deputado Adriano Galdino comemora adesão de Hervázio Bezerra e diz que agora vão trabalhar juntos

 O deputado estadual Adriano Galdino (Republicanos) finalmente se entendeu com Hervázio Bezerra (PSB). Agora ele tem as 36 assinadora para a eleição dos dois biênios do comando da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa. O entendimento entre os dois ocorreu em um almoço nesta segunda-feira (16) que teve a participação de Cícero Lucena (PP) e o vice Léo Bezerra (PSB).

Galdino declarou que o entendimento com Hervázio foi pacífico e que o apoio vai trazer tranquilidade para a Casa Legislativa. “Hoje tenho os 36 votos da assembleia o que só faz me fortalecer para trabalhar juntos para uma Paraíba melhor e mais justa”, declarou.

Bezerra era o único parlamentar eleito que ainda resistia em apoiar Galdino para a presidência que já tinha a anuência de outros 34 deputados.

Com a aliança firmada, o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba conseguiu unanimidade e deverá ser reeleito pela terceira vez à recondução ao cargo de presidente da Casa de Epitácio Pessoa.

Antes de fazerem as pazes, Bezerra chegou a afirmar que houve negociata por apoio a Adriano Galdino na eleição da Assembleia Legislativa da Paraíba. Ele vinha criticando reiteradamente a candidatura de Galdino e chegou a dizer que ela significa um retrocesso no que se refere à perpetuação de poder.

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João Azevêdo promete novos nomes de secretários e adianta: “É provável que Raniery Paulino não esteja”

 O governador João Azevêdo (PSB) revelou nesta terça-feira (17), que Raniery Paulino (Republicanos) não fará parte de seus equipe de governo no segundo mandato. Ele justificou dizendo que Roberto Paulino, pai de Raniery, já faz farte da equipe de auxiliares.

“É provável que Raniery não venha pra o governo. O pai dele já está no governo. Doutor Roberto (Paulino) que muito nos honra ficou na condição de secretário de Governo em função do trabalho que ele vem realizando até agora”, explicou o governador.

O Republicanos havia indicado Raniery Paulino para a Secretaria de Representação Institucional, em Brasília. O partido também indicou nomes para ocupar a Secretaria de Educação, Articulação Política e Secretaria de Governo.

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Senador Luis Carlos Heinze (PP) quer derrubar decreto de Lula que restringe acesso a armas

 O senador Luis Carlos Heinze (PP) protocolou um projeto para derrubar o decreto de  Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre armamento. O projeto de decreto legislativo (PDL) argumenta que o decreto do novo presidente limita o direito fundamental de defesa da vida e traz impactos negativos à economia e à prática esportiva. 

“O decreto de Lula possui uma série de inconsistências legais e fere vários artigos da Constituição. A decisão também restringe o acesso ao esporte e ignora o Estatuto do Desarmamento ao atribuir competência que são do Exército à Polícia Federal”, ressalta Heinze.

O político, apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), citou um referendo de 2005 em que 63% da população da população votor a favor do comércio de armas.

“A proibição da venda de armamentos, munições e insumos para recarga vai inviabilizar milhares de empresas com impacto direto na geração de empregos. A decisão do governo petista também prejudica, de forma acentuada, atletas que buscam vagas para as próximas Olimpíadas. De acordo com a Confederação Brasileira de Tiro Esportivo, o universo federado nessa modalidade gira em torno de 900 atletas”, diz.

Heinze ainda cobrou uma fiscalização mais forte para evitar o contrabando de armas. Segundo ele, verdadeiros arsenais estão nas mãos de quadrilhas que não respeitam normas e impõem medo e insegurança à população.

“Com o decreto inconstitucional, Lula retira as armas, mas não oferece uma única solução para proteger o cidadão. Enquanto isso, o crime organizado, que não se submete a nenhuma norma, continua atuando livremente em nossas fronteiras com armamento pesado. Essa sim, deveria ser a prioridade, não desarmar o cidadão de bem, órfão de qualquer segurança.”.

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Lula entrega ministérios para os filhos de Renan Calheiro e Jader Barbalho

 A equipe Lula recebeu nesta quarta-feira, 28, os nomes indicados pelo MDB para o Ministério das Cidades e para o Ministério dos Transportes. A bancada no Senado quer dar a pasta dos Transportes para o senador eleito Renan Filho (MDB-AL). O nome da bancada da Câmara é o empresário Jader Filho (MDB-PA).

A indicação do político alagoano é uma espécie de agradecimento de Lula ao senador Renan Calheiros (MDB-AL), especialmente pelos serviços prestados durante a CPI da Covid. Apesar do empenho do emedebista, a comissão não produziu nenhuma prova contra o governo de Jair Bolsonaro.

Já o senador Jader Barbalho terá um dos maiores clãs políticos do país: o filho Hélder é governador do Pará, e agora será ministro — ele foi eleito deputado federal em outubro.

Com isso, Lula traz o MDB de vez para o seu colo no Congresso — Câmara e Senado — sem precisar conversar com o ex-presidente Michel Temer (MDB), que ele considera um inimigo. A senadora Simone Tebet, que participou ativamente da campanha petista nas eleições deste ano, acabou no Ministério do Planejamento. A pasta, contudo, foi desidratada e perdeu a gestão dos bancos públicos. Trata-se de uma estratégia do PT para que Tebet não tenha visibilidade — ela pensa em voltar a concorrer à Presidência no futuro.

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