O grupo de oposição da cidade de Imaculada, liderado pela ex-candidata à prefeita Aparecida Caetano, popularmente conhecida como Fia de Tiu, fechou acordo no sábado (28) para apoiar a pré-candidatura à deputado estadual de Chico Mendes.
O grupo de oposição da cidade de Imaculada, liderado pela ex-candidata à prefeita Aparecida Caetano, popularmente conhecida como Fia de Tiu, fechou acordo no sábado (28) para apoiar a pré-candidatura à deputado estadual de Chico Mendes.
O Pastor Sergio Queiroz propõe uma coligação entre PL e PRTB com Nilvan Ferreira para governador, Bruno Roberto vice e ele Senador. Sérgio Queiroz (PRTB) apresentou uma sugestão para acabar com as acusações de que a pré-candidatura dele estaria dividindo a direita, na Paraíba. Ele tem andado o estado em busca de votos para se viabilizar na disputa de uma vaga no Senado, o que tem descontentado os representantes do presidente Jair Bolsonaro (PL) na disputa.
O maior incomodado é Bruno Roberto, do mesmo partido, filho do deputado federal Wellington Roberto, também do PL. Bruno quer concorrer nas eleições para o Senado e vê a postulação de Queiroz como obstáculo.
A proposta do religioso é simples: Bruno seria deslocado para a disputa da vaga de vice-governador e ele, Sérgio Queiroz, comporia a chapa com o comunicador Nilvan Ferreira, também do PL.
A sugestão foi colocada na mesa pelo pastor durante entrevista a uma rádio do Sertão, neste sábado (28). Com isso, segundo o pastor, estaria encerrada essa discussão sobre a divisão do conservadorismo, comumente atribuída a ele pelos aliados de Bruno Roberto. Assim como no caso dos postulantes do PL, Sérgio Queiroz se apresenta como defensor do presidente Jair Bolsonaro e como representante do conservadorismo.
O pastor diz não ter disposição de disputar outro cargo além do Senado. Ou isso, ou nada. “Para que não me critiquem de intransigente, a minha (proposta) é que o PL e PRTB caminhem juntos, mantendo minha candidatura ao Senado, a de Nilvan ao governo e a do jovem Bruno Roberto, a vice”, sugeriu.
O partido dele não decidiu ainda quem vai lançar para a disputa do governo do Estado. A sigla tem em suas fileiras o nome do ex-deputado federal Major Fábio e do advogado João Alberto, vice-presidente nacional da Ordem dos Advogados Conservadores do Brasil.
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Por Josival Pereira
A política na Paraíba não permite espaço para o tédio. Se na semana passada os sinais eram no sentido de que o deputado federal Aguinaldo Ribeiro, presidente do Progressistas, não seria candidato a senador na chapa do governador João Azevedo, a semana começa com outros indicadores.
As notas mais recentes são de que, no fim de semana, tanto o deputado Aguinaldo Ribeiro quanto a senadora Daniella Ribeiro (irmã) teriam conversado com prefeitos e outras lideranças da base do Progressistas para apresentar a possibilidade da candidatura do jovem Lucas Ribeiro, vice-prefeito de Campina Grande, a deputado federal, com o devido pedido de apoio.
Some-se a isso uma declaração do suplente de senador de Daniella, Diego Tavares, secretário de Gestão Governamental de João Pessoa, chamando Aguinaldo de “meu senador” e adiantando que poderia haver anúncio da decisão do parlamentar nesta semana que se inicia.
Existem ainda repetidas manifestações do prefeito Cícero Lucena, nos últimos dias, assegurando que o desfecho da novela da candidatura de Aguinaldo está bem próximo e, até que se informe o contrário, na aliança com o governador João Azevedo.
São três sinais que não podem ser desprezados, especialmente o que indica a candidatura do vice-prefeito Lucas Ribeiro a deputado federal. Se o sobrinho está entrando na pista federal é porque o tio (Aguinaldo) está saindo para disputar noutra raia (Senado).
Além dos sinais, existem três informações importantes a serem levadas (muito) em consideração. A primeira é a confirmação de que, realmente, o prefeito Cícero Lucena bateu o pé contra qualquer alternativa para o Progressistas da Paraíba que não seja manter o acordo de aliança com o governador João Azevedo, celebrado nas eleições de 2020.
As duas outras informações são, primeiro, que, agora, o deputado Aguinaldo Ribeiro estaria plenamente municiado de pesquisas internas e análises que conferem potencialidade à candidatura ao Senado e, depois, que consultorias jurídicas de Brasília avaliam ser impossível o ex-governador Ricardo Coutinho (PT) reverter sua inelegibilidade.
E o problema do apoio de líderes do Republicanos à candidatura de Efraim Filho (União) ao Senado? A avaliação dos consultores do Progressistas é que, além da pressão do governador, o apoio tenderia e se esvair com uma boa posição de Aguinaldo nas pesquisas mais à frente.
Advirta-se, entretanto, que esse é o cenário que se apresenta hoje, concebido com as informações do fim de semana. Nada que não possa mudar a qualquer momento. Coisas da política da Paraíba.
O deputado federal e pré-candidato ao Governo da Paraíba, Pedro Cunha Lima (PSDB), recebeu, na quinta-feira (26), o apoio de Hildevânio Macedo, um velho conhecido no meio político pessoense. Hildevânio foi braço direito do ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PT) e aliado de Ricardo Coutinho (PT), desde a época em que o ex-governador era deputado estadual.
A confirmação do apoio ao nome de Pedro Cunha Lima se deu durante encontro político realizado por Hildevânio na Capital. Na ocasião, ele anunciou sua pré-candidatura à Assembleia Legislativa da Paraíba nas eleições deste ano.
O ex-secretário de Gestão Governamental e Articulação Política na gestão Cartaxo, está atualmente nomeado no gabinete do deputado federal Ruy Carneiro (PSDB) em Brasília.
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O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Paraíba (OAB-PB), Harrison Targino; e o presidente da Comissão de Direito Eleitoral da OAB-PB, Marcio Maranhão, se reuniram, na tarde desta quarta-feira (25), com o presidente da Associação Paraibana de Imprensa (API), Marcos Weric; para tratar de temas comuns entre as duas Instituições e que envolvem a reiteração do compromisso da OAB-PB em defesa da liberdade de imprensa, da democracia e da luta contra a desinformação.
Também participaram da reunião a vice-presidente da Comissão de Direito Eleitoral, Thiciane Carneiro; a conselheira estadual da OAB-PB e Diretora de Pós-Graduação da Escola Superior da Advocacia (ESA-PB), Joelma Queiroz; a vice-presidente da API, Karla Alencar; o tesoureiro da API, Cristiano Teixeira; e a secretária Vilma Giuseppe.
Na oportunidade, foram definidas parcerias entre as duas Instituições nas mais diferentes áreas, começando pela sabatina com os candidatos ao Governo do Estado e ao Senado Federal nas eleições deste ano. “Na reunião foram pensadas estratégias comuns de atividades, como a sabatina com os candidatos ao Governo do Estado e ao Senado Federal. Nosso objetivo é realizar um debate mais profundo, com impressões mais concretas dos candidatos”, pontuou Harrison Targino.
Nos próximos dias será formada uma comissão, com nomes da OAB-PB e da API, para definir as regras das sabatinas, que deverão acontecer a partir da segunda quinzena do mês de agosto, logo após o registro das candidaturas.
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