Deusdete Queiroga pode ter seu nome lançado por João Azevêdo para disputar Prefeitura de João Pessoa

 Com o anúncio do governador João Azevêdo na sexta-feira (31), que irá se filiar ao partido Cidadania, começa as especulações para a indicação do nome que o governador Azevêdo irá lançar para a disputa da prefeitura de João Pessoa nas eleições de 2020.

Comenta-se nos bastidores que o candidato do governador João Azevêdo na disputa pela prefeitura de João Pessoa deve ser o Secretário de Estado da Infraestrutura, dos Recursos Hídricos e do Meio Ambiente do Governo da Paraíba, Deusdete Queiroga. Tem perfil técnico e político.

O governador informou que, a partir de agora, o momento será de ampliação do partido que é dirigido por Ronaldo Guerra, na Paraíba. "Vamos inserir as novas lideranças, os representantes dos movimentos sociais e cívicos, os pré-candidatos em 2020, os prefeitos e vereadores. Tudo isso sem atropelar as instâncias e o calendário dos congressos definidos pela direção nacional, sempre com a concepção de agregar e qualificar cada vez mais o debate político e cidadão em nosso estado e no país", afirmou João Azevêdo.

Existe hoje dentro do governo João Azevêdo uma corrente que trabalha para indicação do nome do Secretário de Estado da Infraestrutura, dos Recursos Hídricos e do Meio Ambiente do Governo da Paraíba, Deusdete Queiroga. O mesmo consegue agregar o perfil técnico e político, além de bom relacionamento com o grupo de apoio de João Azevêdo n Assembleia Legislativa.

Já é comentado que Deusdete Queiroga poderá ter como companheiro de chapa o vereador Léo Bezerra ou o secretário Tibério Limeira, que devem se filiar junto com o governador João Azevêdo ao partido da Cidadania. Outro nome também é especulado nos bastidores políticos e tem a confiança de João Azevêdo é do secretário Ronaldo Guerra, que pode ser alçado para vaga de candidato a prefeito ou vice com Deusdete Queiroga.

O governador João Azevêdo se reuniu e ouviu diversas lideranças estaduais, antigos membros do PSB que o acompanharam em sua desfiliação, além de integrantes do Governo e dos movimentos sociais, João Azevêdo disse que estava entrando no Cidadania por se identificar com os princípios do partido e pelo diálogo que manteve com a direção nacional da legenda..

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Roberto Noticia  -  Jornalista -  DRT 4511/88

ELEIÇÕES 2020 - População cria movimento suprapartidário e vai lançar bloco de carnaval “Fora Marmuthe” do Valentina de Figueiredo

 Parte da população do Valentina de Figueiredo na Zona Sul de João Pessoa composto por lideranças comunitárias, comerciantes e outros seguimentos da sociedade estão criando um movimento suprapartidário que pede “Fora Marmuthe”.  São pessoas que foram “enganadas”  e não suportam mais as mentiram e promessas que o mesmo fez e não cumpre com a população do bairro.

A indignação destes populares é que o suplente de vereador chegou ao bairro do Valentina, com um modesto patrimônio e hoje através da política tem aumentado de forma astronômica o seu patrimônio. Na verdade uns dizem que chegou puxando uma cachorra e hoje é um homem super “rico“ com negociatas “exclusas”.

Este movimento deve ter início agora no carnaval de 2020 com a criação do bloco “Fora Marmuthe do “Valentina”, que deve desfilar pelas principais ruas do bairro do Valentina de Figueiredo.  Muitas lideranças do bairro já estão marcando uma reunião para definir o dia em que o bloco vai desfilar nas ruas do bairro.

Outro fato que tem chamado a atenção no Valentina é que o suplente de vereador Marmuthe mesmo sem mandato passou quase 4 anos dizendo em todos os recantos que é vereador de João Pessoa, tentando enganar a população do Valentina e de João Pessoa.

Vários líderes comunitários do bairro de Valentina de Figueiredo, que foram “enganados” pelo suplente de vereador Marmuthe Cavalcanti estão querendo dar um basta nas mentiras e enganação a população. O mais revoltante segundo eles, é que algumas obras que chegam ao bairro pela prefeitura de  João Pessoa o mesmo se diz dono, ou seja “pai da criança”.

Um exemplo claro é o novo Terminal de Integração que teve suas obras paralisadas pela Prefeitura e o mesmo, se quer faz uma cobrança, mas quando é na hora de inaugurar aparece dizendo que foi uma solicitação sua e quer ser o autor da obra. O povo não aguenta mais esse tipo de enrolação e ter que conviver com mentiras diárias.

Membros deste movimento suprapartidário quer esclarecer a população, quem é o “verdadeiro” Marmuthe Cavalcanti, que passa parte do seu tempo mentido e dizendo que fez pelo bairro e se considera o “dono” do Valentina de Figueiredo..

Algumas pessoas ligados ao prefeito Luciano Cartaxo e seu irmão Lucélio Cartaxo, chegaram a dizer que eles já sabem que foram “traídos” na eleição para governo do Estado em 2018, pelo suplente de vereador Marmuthe, que chegou a negociar com o vice-prefeito  Manuel Junior e fez até santinho com ele e depois foi apoiar Ruy Carneiro, com certa vantagem não republicana, o mesmo, segundo comentários dos bastidores aconteceu com a deputada Edna Henrique,

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VÍDEO: Enquanto a Calvário ‘rifa’ os pré-candidatos a prefeito de João Pessoa, Nilvan Ferreira administra o favoritismo e começa a gastar sola de sapato

 A Operação Calvário segue fazendo vítimas, como Ricardo Coutinho e Zenedy Bezerra, ambos ex-pré-candidatos a prefeito de João Pessoa.

Outros já caíram antes mesmo da Calvário, como o secretário municipal Diego Tavares, flagrado num áudio nada republicano, que dizem ter sido gravado por um outro secretário muito esperto.

Liderando com folga as pesquisas internas após a prisão de Ricardo Coutinho, o radialista Nilvan Ferreira tem contado com o seu carisma e uma mãozinha dos ‘deuses’ para consolidar ainda mais a sua pré-candidatura a prefeito de João Pessoa.

Dizem que após a prisão de Ricardo Coutinho, Nilvan já trocou duas vezes a sola do sapato e perdeu 5kg.

Acho que subestimaram o neguinho e vai ser difícil tirar o favoritismo dele em poucos meses. Espertamente, Nilvan começou sua pré-campanha no povão, seu principal público alvo.

Talvez por isso já tem gente o chamando de ‘Nilvan do Povo’. Se é do povo mesmo, só as urnas irão dizer, mas que tem carisma, tem.

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Efraim Filho coloca sigilos à disposição da Justiça e rebate: “quem não deve, não teme”

 O deputado federal Efraim Filho ao tomar conhecimento da citação pela imprensa, Em novo trecho que se tornou público da delação premiada concebida no âmbito da Operação Calvário, a ex-secretária de Estado da Administração, Livânia Farias, afirmou que o deputado federal Efraim Filho (DEM) havia recebido R$ 2 milhões, como parte do pagamento pelo apoio ao projeto de reeleição do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), nas eleições de 2014. 

O parlamentar, que é líder do Democratas na Câmara Federal, tratou de desmentir a informação e colocou os sigilos bancário, telefônico e fiscal à disposição da justiça. 

“Tomei ciência pela imprensa da citação do meu nome, nas investigações em curso, como que no ano de 2014 tivesse recebido ajuda de campanha para apoiar a chapa do então governador. Absolutamente nego essa ilação feita contra mim, sem apresentar uma prova ou sequer uma data. As contas da minha eleição 2014 foram analisadas, julgadas e aprovadas pela justiça eleitoral”, diz Efraim Filho em nota.

“Ao rechaçar totalmente essa inverídica acusação, e mesmo sem estar no rol de investigados pela operação, coloco meu sigilo bancário, telefônico e fiscal a disposição da justiça. Quem não deve não teme”, conclui.

Ainda segundo a delação de Livânia Farias, o valor de R$ 2.000.000,00 teria sido entregue à Efraim Filho da seguinte forma: metade (R$ 1 milhão) em mãos por meio do ex-secretário Executivo de Turismo, Ivan Burity, no dia em que o acordo foi fechado; e o restante teria sido repassado em parcelas de R$ 250 mil.

Veja íntegra de nota à imprensa. 

NOTA À IMPRENSA

Quem não deve, não teme: coloco meu sigilo bancário, telefônico e fiscal a disposição da justiça. 

Tomei ciência pela imprensa da citação do meu nome, nas investigações em curso, como que no ano de 2014 tivesse recebido ajuda de campanha para apoiar a chapa do então governador. Absolutamente nego essa ilação feita contra mim, sem apresentar uma prova ou sequer uma data. As contas da minha eleição 2014 foram analisadas, julgadas e aprovadas pela justiça eleitoral. 

Ao rechaçar totalmente essa inverídica acusação, e mesmo sem estar no rol de investigados pela operação, coloco meu sigilo bancário, telefônico e fiscal a disposição da justiça. Quem não deve não teme.

Efraim Filho

 

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 Roberto Noticia  -  Jornalista -  DRT 4511/88

Pacote anticrime é aprovado no Senado. Veja o que muda

O Senado aprovou hoje (11) o Projeto de Lei 6.341/2019, conhecido como pacote anticrime. O pacote reúne parte da proposta apresentada no início deste ano pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, e trechos do texto elaborado pela comissão de juristas coordenada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Agora, o texto vai à sanção do presidente Jair Bolsonaro.

A matéria traz mudanças na legislação penal, como aumento de penas e novas regras para progressão de regime pelos condenados. O texto foi aprovado na Câmara na semana passada, sem pontos considerados mais polêmicos.

Dentre esses pontos, estão temas como prisão após condenação em segunda instância, que está em discussão por instrumentos diferentes na Câmara e no Senado; e o plea bargain, dispositivo que prevê a redução de penas de acusados que confessarem ter cometido um determinado crime.

Outro ponto considerado polêmico que também ficou de fora do texto aprovado foi o excludente de ilicitude. Esse dispositivo protegeria de punição agentes de segurança que, por “violenta emoção, escusável medo ou surpresa”, cometessem excessos no exercício da função.

Após a aprovação do texto na Câmara, Moro chegou a dizer que “o Congresso poderia ter ido além”, lamentando a retirada desses pontos. “Em relação ao que não foi aprovado [na Câmara], vamos trabalhar para reestabelecer no Senado, ou, eventualmente, por projeto à parte. Isso faz parte do jogo democrático”, disse o ministro no dia seguinte à aprovação do projeto pelos deputados. O texto aprovado no Senado não sofreu alterações em relação ao que saiu da Câmara.

Durante a discussão do projeto, o senador Humberto Costa (PT-PE) destacou a importância da retirada dos pontos polêmicos. E apesar de criticar a ausência de um processo de combate ao maior encarceramento em massa, indicou seu voto favorável.

“Certamente é bem melhor que a proposta inicial que foi mandada a esta Casa. Votaremos favoravelmente a esse projeto, sabendo das suas imperfeições. Mas se não aprovarmos agora, com as condições que ele tem, estaremos sujeitos a retrocessos ainda maiores”.

O relator da matéria no senado foi Marcos do Val (Podemos-ES). Ele negou que a proposta tenha perdido musculatura durante sua tramitação no Congresso.

“Esse pacote anticrime é um desejo de toda a sociedade. A pauta de segurança pública era principal. Chegaram a falar que virou um ‘pacotinho’. Isso não é verdade. Mais ou menos 80% da proposta do ministro Moro permaneceu, conseguimos avançar bastante”.

Principais itens do projeto encaminhado ao Senado
Penas maiores: Aumentam as penas para diversos crimes, como homicídio com armas de fogo de uso restrito ou proibido, injúria em redes sociais, comércio ilegal de armas e tráfico internacional de armas. O tempo máximo de prisão no Brasil também passa de 30 para 40 anos.

Prisão após condenação do Tribunal do Júri: Atualmente, um réu pode recorrer em liberdade mesmo depois de condenado pelo Tribunal do Júri. O pacote prevê que o condenadoseja preso logo após a condenação nos casos em que a pena estipulada seja de pelo menos 15 anos. A proposta inicial de Moro não previa esse tempo mínimo.

Condicional: Tornam-se mais rígidas as condições para que um preso condenado seja posto em liberdade condicional. Somente os que tiverem comportamento considerado bom, e não satisfatório, como era antes, e sem falta grave nos 12 meses anteriores poderão obter o benefício.

Preso x advogado: Cai a necessidade da autorização do juiz para a gravação da conversa entre o advogado e seu cliente dentro de presídios de segurança máxima.

Progressão de pena: Hoje é necessário cumprimento de, no mínimo, um sexto da pena em regime fechado para requerer progressão para os regimes de prisão domiciliar ou semiaberta.

A permanência mínima exigida passa a ser entre 16% e 70%, a depender da gravidade do crime e dos antecedentes do preso. É preciso cumprir no mínimo de 40% da pena, se réu primário, e de 60%, se reincidente. Condenados de organizações criminosas ou milícias deixam de ter direito à progressão de regime e à liberdade condicional, desde que o vínculo seja comprovado.

Crimes hediondos: Os detentos condenados por crimes hediondos – quando há violência e grande potencial ofensivo – terão regras mais rigorosas para o cumprimento da pena, como restrição a saídas temporárias e à progressão de regime. O projeto também aumenta o número de crimes considerados hediondos, como roubo que resulta em lesão grave, furto com explosivo, homicídio cometido com arma de fogo de uso restrito.

Infiltrados: O texto apresenta as situações em que provas podem ser obtidas por policiais disfarçados e a validação de flagrantes em operações especiais com agentes infiltrados. Poderão ser condenados, por exemplo, aqueles que venderem arma ou munição a um agente policial disfarçado, desde que haja indicativos de conduta criminal preexistente.

Presídios federais: O tempo máximo de permanência de líderes de facções criminosas em presídios federais passa de 360 dias para três anos, com possibilidade de renovação.

Assistência ao policial: Policiais investigados por matar alguém sem confronto ou legítima defesa no exercício de suas funções que não indicarem um advogado pessoal, e se não houver defensor público responsável, terão direito a um advogado pago pela corporação. A regra também vale para militares em ações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).