POLÍTIKA/DATAVOX: Confira o potencial de transferência de votos de Cartaxo, João Azevedo, Ricardo e Bolsonaro

 O instituto Dataxox mediu o potencial de transferência de votos das principais lideranças política do estado e do presidente Jair Bolsonaro.

Você votaria num candidato a prefeito indicado pelo ex-governador Ricardo Coutinho?

Você votaria num candidato a prefeito indicado pelo prefeito Luciano Cartaxo?

Você votaria num candidato a prefeito indicado pelo governador João Azevedo?

Você votaria num candidato a prefeito indicado pelo presidente Jair Bolsonaro?

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: 3,7 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Entrevistados: 803
  • Quando a pesquisa foi feita: 12 de setembro
  • Nível de confiança: 95%
  • Contratante da pesquisa: Polítika

ELEIÇÕES 2020 - Confira os números da pesquisa POLÍTIKA/DATAVOX para prefeito de João Pessoa

 Em parceria com o Instituto Datavox, divulgaremos ao longo do dia os números da primeira pesquisa eleitoral para prefeito de João Pessoa. O levantamento foi realizado na última quinta-feira, 12, e entrevistou 803 eleitores de 50 bairros da capital.

O intervalo de confiança estimado é de 95,0%, a margem de erro máxima estimada é de 3,7% pontos percentuais para mais ou para menos.

Na pergunta espontânea, os resultados foram os seguintes:

CENÁRIO ESTIMULADO 1

CENÁRIO ESTIMULADO 2

Neste cenário, Anísio Maia aparece como o candidato do PT no lugar de Luiz Couto. E Cabo Gilberto como o candidato do PSL no lugar do pastor Sérgio Queiroz:

O instituto Datavox também levantou a rejeição dos principais pré-candidatos.

O instituto Datavox também fez simulações de 2° turno com os principais pré-candidatos:

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: 3,7 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Entrevistados: 803
  • Quando a pesquisa foi feita: 12 de setembro
  • Nível de confiança: 95%
  • Contratante da pesquisa: Polítika 

Roberto Refrigeração participa do 1º Brega Max de Lucena e destaca importância de título de cidadão ao governador João Azevêdo

 O empresário Roberto Refrigeração e sua esposa Eliane Gomes que participam hoje do 1º Brega Max na cidade de Lucena  recebem amigos e correligionários no maior encontro da música brega nordestina. Entre os seus convidados estão o deputado estadual Edmilson Soares, vereador em João Pessoa Professor Gabriel, prefeito Marcelo Monteiro, o pré-candidato a prefeito em 2020 Alex Monteiro e muitos outros amigos em um momento de lazer e descontração no dia de hoje e amanhã em Lucena.

Roberto Refrigeração que é pré-candidato em Lucena a uma vaga na Câmara Municipal  é o autor da ideia de apresentar o título de  cidadão ao governador João Azevedo, que foi encaminhado pelo seu amigo vereador Claudio das Tintas para ser votado pelos seus pares na Câmara de Lucena.

O empresário Roberto Refrigeração agradeceu ao vereador Claudio das Tintas por ter absolvido a sua ideia de apresentar o título de cidadão Lucenense ao governador João Azevedo o que se sente honrado em fazer parte da história da cidade de Lucena.

“Espero poder trabalhar muito mais por toda população de Lucena a partir de 2020, quando estiver no mandato, se assim o povo da minha amada Lucena me confiar mais essa missão em minha vida”, disse Roberto Refrigeração.

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Roberto Noticia  - DRT 4511/88

Empresário Roberto Refrigeração participa ao lado do governador João Azevedo e do prefeito Marcelo de entrega do recapeamento asfáltico em Lucena

 O empresário Roberto Refrigeração esteve ontem ao lado do governador João Azevedo e do prefeito de Lucena, Marcelo Monteiro  participando da entrega do recapeamento asfáltico da rodovia PB-025, no trecho ligando a BR-101 a Lucena, com 29 km de extensão. As obras receberam investimentos superiores a R$ 3,2 milhões do tesouro estadual, beneficiando diretamente cerca de 18 mil paraibanos.

Na ocasião, Roberto Refrigeração destacou o trabalho do chefe do Executivo estadual e disse que a presença do governador em Lucena demonstra o compromisso do Governo de assegurar avanços e obras pleiteadas pela população.

“Nós sabemos da importância dessa obra para Lucena, pelo potencial turístico do município e, acima de tudo, por entender que, por meio das ações da gestão, a mudança é feita na vida das pessoas”, disse Roberto Refrigeração. 

O governador João Azevedo em seu pronunciamento, também detalhou todo o esforço do Governo para garantir a implantação do estaleiro para reparos navais em Lucena, um investimento que irá injetar, inicialmente, R$ 3,5 bilhões na economia do Estado e gerar cerca de seis mil empregos.

“Essa semana fizemos uma maratona nos Ministérios, em Brasília, para mostrar aos ministros que o projeto do estaleiro de Lucena ultrapassa os limites da Paraíba e eles entenderam, de forma unânime, que o empreendimento é importante para o Brasil e eu não tenho dúvida nenhuma de que esse sonho será concretizado”, frisou João Azevêdo. 

O prefeito de Lucena, Marcelo Monteiro, enalteceu o trabalho do Governo do Estado no município. “Essa obra gerou emprego, movimentou a economia e vai melhorar muito o trânsito da nossa cidade, que vai ser vista também com outro olhar pelos turistas”, enfatizou. 

A ação do Governo visa promover o desenvolvimento socioeconômico do Estado; modernizar a infraestrutura viária da região; apoiar o crescimento das atividades turísticas do Litoral Norte; melhorar a qualidade de vida da população local; e reduzir acidentes de trânsito. O tráfego médio diário do trecho é de 652 veículos entre automóveis, ônibus, caminhões e motos.

Os principais serviços executados no local foram: recapeamento da pista de rolamento com micro revestimento produzido com asfalto de alta resistência à ação do tráfego e às intempéries, recuperação dos acostamentos, limpeza do sistema de drenagem e sinalização horizontal e vertical.

A solenidade foi prestigiada por deputados estaduais, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, lideranças da região e auxiliares do Governo da Paraíba.

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 Roberto Noticia  - DRT 4511/88

 

Variações da crise: Ricardo Coutinho fica com o partido, João Azevêdo com o governo?

 Não há como negar que o ex-governador Ricardo Coutinho, que não desencarnou da cadeira de mandatário, foi rápido no gatilho e juntou assinaturas necessárias para dissolver o atual diretório regional do PSB na Paraíba, atingindo de chofre o então presidente Edvaldo Rosas e, por tabela, o governador João Azevêdo.

A crise está instalada nas hostes socialistas. Mais do que isso, escancarada, já que expoentes da legenda buscam os holofotes para anunciar se estão com João ou com Ricardo – os dois artífices da vitória ao governo em primeiro turno no ano passado. Alega-se que é o confronto da caneta contra os votos – ou seja, Azevêdo simbolizaria o poder efêmero, que nomeia e demite, dentro do governo, não no partido, enquanto Ricardo acumularia as honras devidas à sua condição de líder maior, de estrategista que nocauteou Cássio Cunha Lima, José Maranhão e Luciano Cartaxo. “É pouco, ou querem mais?”, indagam os ricardistas ortodoxos, sem disfarçar o tom desafiador, beligerante até.

Aliás, se há algo indisfarçável é o clima de animosidade que em pouco tempo passou a reinar entre Ricardo e João, aparentemente estimulado por pescadores de águas turvas, por socialistas de carteirinha (ou seriam ricardistas?), que se julgam desprestigiados e sem espaço no governo de Azevêdo.

Não sejamos ingênuos a ponto de achar que não há interesses pessoais em jogo. Há, e muitos, a começar da ambição do próprio Ricardo Coutinho não de voltar a ser prefeito de João Pessoa mas de retomar o governo do Estado lá na frente, confinando João a um mandato só, que pareceria emprestado, já que RC é imantado como o grande “comandante” da vitória no primeiro turno, em outubro de 2018. No reverso da medalha, Azevêdo quer as alvíssaras por ter disputado uma eleição renhida e ter saído vitorioso. Ou será que seu perfil não contribuiu em nada para a própria eleição? São insondáveis os terrenos e os humores da política, hein?

O que surpreende os meios políticos em geral, e desnorteia os adversários dos socialistas, em particular, é a forma fulminante com que tudo está acontecendo. Tudo bem que já no começo do governo Azevêdo houve ruídos e olhares enviesados de ricardistas por causa de medidas profiláticas tomadas como desdobramento da Operação Calvário.

A debandada teria começado aí, com exonerações de secretários remanescentes da Era Ricardo, a pedido ou sem pedido dos ditos cujos. Para os aliados de Azevêdo ficou claro que ele preocupou-se em preservar a governabilidade e, ao mesmo tempo, em poupar até certo limite a gestão do antecessor e suposto guru político Ricardo Coutinho. Mas, dizem, a fogueira de vaidades é maior do que se imagina. Combinada com interesses pessoais que urgem solução, a fogueira só faz se alastrar. Não é á toa que se indaga, em tom pérfido, se o teatro Pedra do Reino seria o Campestre de Azevêdo. Para quem não manja arqueologia, é uma comparação com o desaguisado entre Ronaldo Cunha Lima e José Maranhão em 98 no Clube Campestre em Campina Grande, quando o poeta, dedo em riste e microfone a pleno vapor, duvidou da capacidade de Maranhão governar e insinuou que a cadeira do Palácio lhe fosse devolvida.

Naquela crise que acometeu e rachou o então PMDB inexoravelmente, Ronaldo e agregados políticos ficaram encurralados, de tal sorte que perderam o controle do partido em convenções que ungiram o engenheiro Haroldo Lucena presidente do diretório regional, batendo o próprio Ronaldo Cunha Lima. “Não acredito que derrotei Ronaldo”, chegou a dizer Haroldo, na época, talvez lembrando que no seu currículo havia derrota até em eleição para síndico de prédio, conforme a versão não menos pérfida dos seus inimigos.

Ronaldo e sua trupe bateram em retirada, aninhando-se no PSDB. Maranhão virou dono de um partido que cada vez mais definha e é candidato indiscutível a ser o último a apagar a luz de uma agremiação que já foi gloriosa, quer nos domínios tabajaras, quer no plano nacional.

Na crise atual no arraial socialista, que é o que interessa e que rende manchetes, Coutinho aparentemente ganhou o primeiro round, assegurando para si o controle do partido, que lá atrás ele já tomara de Nadja Palitot, como recapitulamos em artigo anterior. A opção da cúpula nacional por Ricardo e não por Azevêdo parece visível em face da destituição da atual direção, que, por mais que se tente colocar panos mornos, equivaleu a um ato de força, a uma intervenção que o pernambucano Carlos Siqueira recusa admitir, cioso da sua própria semântica aplicada a instantes de crise.

Há quem suspeite que Azevêdo, antevendo dias tenebrosos, já estaria cogitando migrar para outra sigla – e ofertas não lhe faltam. Se isto acontecesse, o caso Campestre de 98 no PMDB se repetiria de modo inverso, com o governador batendo em retirada e o “ex” ficando com os despojos da legenda.

Uma coisa é certa: o clima é propício, demais até, a uma variedade de análises, explicações, interpretações. Já há quem diga que tudo não passa de uma cortina de fumaça para desviar o debate das próximas etapas da Operação Calvário. Nenhuma pista pode ser descartada nessas horas. Os socialistas “históricos” apenas lamentam o calvário a que a legenda está se expondo, justo quando cresceu e ampliou os espaços de poder no Estado. Esperemos os próximos capítulos.

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Da Redação com Roberto Noticia  - DRT 4511/88  e  Nonato Guedes