Para que serve os PSFs de João Pessoa?

 A pergunta que não quer calar! Para que serve os PSFs de João Pessoa?
Com a palavra o secretário de Saúde de João Pessoa, Adalberto Fulgêncio. A situação da saúde em João Pessoa, vive hoje um momento crítico em todos os sentidos, principalmente para pessoas que mais necessitam dos serviços prestados pela Prefeitura Capital.

Cito como exemplo uma situação ocorrida hoje no PSF Caminhos do Sol, no Valentina de Figueiredo, na comunidade Santa Bárbara. Por necessidade, acometido de alguma doença, em busca de um médico para fazer uma consulta, e revalidar uma receita, já que sou diabético e hipertenso, não pode ser atendido pelo médico Dr. Victor de plantão, por está, segunda a enfermeira que me atendeu, estava apenas revalidando algumas receitas já programadas para tarde de hoje.

Insisti com a mesma que estava com alguma doença e precisava ser atendido pelo médico plantonista, por ter sido atendido no dia de ontem na Upa de Cruz das Armas e o médico de plantão que me medicou, recomendou que procurasse o PSF para o médico me encaminhar para um especialista em Neurologia, fazendo a solicitação de uma tomografia craniana, para tentar descobrir a causa da dor de cabeça constante e tonturas, que eles se transforma em desmaio.

recomendação da enfermeira, foi que deveria voltar amanhã, às 7:00 horas, para ser atendido pelo médico de plantão do PSF. Fica a pergunta no ar. Para que serve o médico de Plantão do PSF Caminho do Sol?

Por que o médico, não pode atender um paciente, mesmo em caso de urgência e fazer um encaminhamento para uma UPA, ou um especialista como recomendado por um colega seu? É necessário que o paciente, tenha uma consequência mais grave da sua doença.

Sei que o PSF é o local para consultas marcadas e também encaminhamento para especialistas. Na ocasião, no fato ocorrido, várias outras famílias procuravam o médico para atendimento, tendo como reposta, um não.
Afinal de contas, qual é a obrigação do médico no PSF? Com a palavra a secretaria de Saúde do município de João Pessoa?

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Da Redação com Roberto Noticia

 

Dívida de R$ 2,4 milhões do Estado com cooperativas médicas ameaça atendimento no Hospital de Trauma

Uma dívida de cerca de R$ 2,4 milhões com cooperativas médicas pode afetar dramaticamente o atendimento do Hospital de Trauma de João Pessoa em breve. Os credores estão contando que vão receber até o próximo dia 25. Por sua vez, a Cruz Vermelha, gestora do hospital, informa que está providenciando o pagamento, mas não diz em qual data pagará.

 

Seriam R$ 900 mil referentes aos serviços prestados – principalmente plantões – em junho passado mais R$ 1,5 milhão de pendências de anos anteriores que a Cruz Vermelha, administrador do hospital, estaria devendo às cooperativas de cirurgiões (Coopecir), de ortopedistas e traumatologistas (Coort) e de neurologistas, neurocirurgiões e cirurgiões vasculares (Neurovasc).

Na última quarta-feira (10), durante reunião com as cooperativas, seus dirigentes teriam sido informados pela direção da Cruz Vermelha que o dinheiro somente seria pago em 2018 como ‘restos a pagar’ do orçamento da Secretaria Estadual da Saúde (SES). Questionada pelo blog, a Cruz não contestou tal informação nem os valores, mas garantiu que estava providenciando o pagamento. Veja a resposta:

A Superintendência da Cruz Vermelha Brasileira informa que as reuniões acontecem rotineiramente com as cooperativas que atuam e atuaram na instituição. Quanto ao pagamento, já está sendo providenciado. Como tem ocorrido com todas as parcerias, nossos compromissos são honrados de forma plena e de acordo com os contratos firmados entre as instituições.

Segundo profissionais ligados a cooperativas, o problema decorre do fato de a Cruz Vermelha ter encerrado no dia 30 de junho último o seu primeiro contrato com o Governo do Estado para gerir o Trauma da Capital. Não sem antes a mesma Cruz ter vencido uma nova licitação aberta pela Secretaria Estadual de Saúde para mais uma vez entregar a gestão do hospital a uma ‘organização social’.

O novo contrato, valendo para o período julho de 2017 a julho de 2022, exigiria uma nova dotação orçamentária e financeira por parte do Estado para manter a Cruz no Trauma. “O que ficou até junho de 2017 e não foi pago fica como ‘restos a pagar’ que são justificados e apresentados à SES para empenho. O grande questionamento é como em um orçamento feito previamente para pagamento de despesas fixa (como o pagamento de pessoal, por exemplo) pode faltar 1,5 mi?”, indaga um dos profissionais consultados pelo blog, acrescentando:

 

Gastaram R$ 1,5 mi (no mínimo) com qual urgência ou imprevisto que faltou agora para pagar médicos em um hospital? Como aferir a eficiência administrativa de uma gestão privada em parceria com o Governo se falta um montante desses para fechar o mês?

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Da Redação com Roberto Noticia  e Rubens Nóbrega