Prefeito Bruno Cunha Lima vai recepcionar Lula em aeroporto de Campina Grande

 Eleitor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ano passado, o prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), deverá recepcionar o presidente Lula (PT) na próxima quarta-feira. A ‘passagem relâmpago’ do presidente por Campina está, por hora, na agenda do prefeito.

O petista desembarcará no aeroporto João Suassuna antes de seguir para uma agenda administrativa no Sertão do Estado.

Lula participa da inauguração de um complexo eólico e solar na região de Santa Luzia.

A ‘recepção’ em Campina será meramente institucional. Durante a campanha o prefeito foi às ruas pedir voto para Bolsonaro, mas Lula venceu as eleições em Campina Grande.

Sentado na cadeira da Presidência, ele será recebido na Paraíba por aliados e históricos adversários.

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Cícero Lucena destaca importância do apoio do Republicanos ao projeto de reeleição em João Pessoa

 O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), agradeceu o apoio dos Republicanos com seus 3 deputados federais, 8 estaduais e um vereador na Câmara Municipal da capital. 

O prefeito destacou ainda a importância do gesto do deputado Hugo Motta e do deputado Adriano Galdino, bem como todos os parlamentares que compõem a legenda neste processo.

“Nossa prioridade segue sendo a de fazer uma João Pessoa cada vez melhor, cuidando das pessoas e é gratificante ver o apoio dos Republicanos para que possamos seguir nesta caminhada”, disse Cícero.

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Romero rejeita oposição raivosa e diz que mandato está aberto para ajudar Governos João e Lula

 Mesmo eleito pela oposição, tendo votado nas eleições de 2022 em Bolsonaro (PL) para presidente e no ex-deputado Pedro Cunha Lima (PSDB) para o Governo da Paraíba, com os dois saindo derrotados, o deputado federal Romero Rodrigues (PSC) descartou, durante entrevista nesta sexta-feira (17), fazer uma oposição raivosa, seja ao governo federa, seja ao estadual, e adiantou que seu mandato está à disposição para ajudar a ambos, no que for preciso.


O parlamentar, no entanto, disse que só não apoiará temas que vão de encontro a seus princípios e também que visem o aumento da carga tributária.

“Administrativamente eu não quero confusão com quem quer que seja. Eu não estou brigando nem com os adversários, se vocês bem observar. Se chegar João Azevêdo lá em Brasília pedir uma reunião para solicitar apoio para determinados projetos, se eu puder ajudar eu vou ajudar. Está lá Lula na presidência, todos sabem que votei em Boslonaro, mas já disse que estou à disposição do governo federal em boas propostas, em bons projetos, ou seja, no que for bom para o Brasil. Eu só não apoio se for em questão que fira meus principios ou em questão de aumento de carga tributária.

O resto, o que o governo precisar de mim, eu vou estar à disposição para ajudar porque eu faço a boa política e eu tenho que pensar no meu país, no meu estado. Se de alguma maneira a gente manter uma boa relação com o governo federal, ajudar a destinar recursos para Paraíba, podem contar comigo, porque afinal de contas eu vou ser julgado no final do meu mandato pelo que consegui ajudar de melhoria para quem mais precisa, então não vou fazer política de briga, de ódio, de rancor, com quem quer que seja. Então vamos manter a boa relação e naturalmente não seria diferente com o prefeito Bruno”, destacou.

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Prefeito Vitor Hugo de Cabedelo critica criação de pisos, LRF e órgãos de controle

 Em vídeo postado nas redes sociais, nesta segunda-feira (6) à noite, o prefeito de Cabedelo, Vitor Hugo Castelliano (União Brasil), para criticar a criação de pisos para categorias pelo Congresso Nacional. Ele ainda convoca os prefeitos paraibanos a se unirem a ele.

Criticou também a Lei de Responsabilidade Fiscal, que estabelece em 54% o teto de gastos com pessoal.

E, não parou por aí: criticou a fiscalização dos órgãos de controle sobre os contratos de excepcional interesse público, o que segundo ele, obriga as prefeituras a realizar concursos públicos, aumentando os gastos.

“Estão nos exigindo concurso público, onde dobra o valor de cada servidor, mesmo assim em Brasília é canetada, aumento dos pisos das categorias, um atrás da outro, a pressão aqui é muito grande e não estão preocupados se temos condições de nos manter abaixo do piso de 54%”, afirmou.

Certamente, deve ter encaminhado o vídeo para os dois maiores aliados no Senado: Efraim Morais (União Brasil), líder do maior bloco partidária da Casa, e Veneziano Vital do Rêgo, vice-presidente do Senado.

Uma seguidora comentou na postagem: “Se os serviços aumentam, isso quer dizer que a receita da prefeitura aumenta, pague o que é lei”. Errada, ela não está.

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Efraim Filho se destaca e vai liderar bloco partidário com 31 senadores

 O senador paraibano Efraim Filho vai liderar o bloco partidário “Democracia”, maior do Senado, formado por 31 parlamentares do União Brasil, MDB, PDT, Podemos, PSDB e Rede, que terá uma atuação mais independente.

Esta semana será decisiva no Congresso Nacional, em que os partidos começam a definem os blocos partidários para, então, formarem as comissões permanentes.

“Como União Brasil, buscamos um bloco com caráter mais independente, diferente do bloco composto pela base do governo, para que pudéssemos ter aquela composição de maioria. Essa liderança nos dá a possibilidade de participar de forma mais ativa dos debates, sentar à mesa na reunião do Colégio de Líderes, representando a vontade da maioria do Senado”, declarou Efraim que também lidera a bancada do União formada por 14 senadores.

Entre as pautas a serem defendidas pelo “Democracia” está a simplificação da reforma tributária, uma das principais bandeiras de Efraim.

“Duas agendas são prioritárias em todo governo que se inicia: a econômica e a social. Na social, a PEC da Transição praticamente já encaminhou o tema. Já a agenda econômica será o grande ponto de debate e enfrentamento. Uma das alternativas é conseguir avançar com a simplificação e a desburocratização, facilitando a vida de quem produz e valorizando o empreendedor.”

Lado a lado, União e MDB seguem juntos direcionando o bloco da maioria no Senado Federal sendo uma voz ativa nas principais decisões da Casa.

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