Colunista Gilvan Freire

  • A batalha perdida da Globo e a morte prematura do governo paralelo – Por Gilvan Freire

    29/09/2021

     O pânico social ainda é grande, mas o povo brasileiro parece perceber que é bem menor do que a Globo o vinha infundindo no país por interesses escusos.
    A Globo induz tanto ao confinamento e ao caos que durante seus jornais todos ficam com a falsa sensação de que a morte está nas ruas e não nas pessoas.
    É como se o mundo tivesse infestado de um gás letal que matará aqueles que tiverem de abrir a porta e sair de casa.
    A velha loba desdentada fez isso para prender a sociedade pelo terror, assim como já fez noutros tempos prendendo pelo controle da comunicação e da informação subsidiados por governos podres.
    Desamojada das tetas oficiais, não resta a Globo senão encurralar o Estado através de movimentos de sublevação em hora de depressão social .
    O coronavírus chegou quando a fera ferida cambaleava e ninguém socorria, mas seus urros ofegantes ainda eram ecoados em vários pontos do território nacional.
    Até que outros predadores zambeteiros, antigos desafetos e inimigos, não menos acossados e caçados pela ira popular, viessem se juntar no esforço de salvação do bando.
    E aí se forma, circunstancialmente, o maior conglomerado de bichos de rapina que o país teve, unidos pelo instinto de sobrevivência e pelo cheiro de carniças.
    Globo, lulopetistas, Maia, Alcolumbre, ex-tudo e ex-nada, prisioneiros, delinquentes habituais, jornalistas engajados, acadêmicos sem cátedra, escritores sem leitores, todos se unem na vala comum.
    Mas, qual seria o objetivo final dessa fauna de animais decadentes que mistura espécies zangas tão diferentes entre si?
    O objetivo – o último objetivo dessa coalizão de saqueadores de cofres públicos – , é criar um governo paralelo, derrubar o governo que os enfrenta e soterrar a maioria eleitoral.
    O plano , contudo, caminha para o fiasco. A Globo está perdendo a guerra do isolamento absoluto para o distencionamento gradual iminente, e o povo recobra a razão inevitável de como viver.
    Os esquerdistas voltam a falar mal da Globo para não ficarem assemelhados a ela; Maia e Alcolumbre e governantes globelezas afrouxam com medo do povo; e vai se desfazendo o golpe político do Covid-19.

  • A DITADURA DA VERDADE DE CADA UM E O FIM DA LIBERDADE DE OPINIÃO

    09/01/2021

    É muito grave e profundo o processo de alienação mental a que está submetida hoje a sociedade brasileira, por causa do separatismo político dominante.
    Nunca se viu isso antes : o sectarismo ideológico doentio tirar das pessoas a capacidade de se manifestarem livremente e serem respeitadas em seu direito de opinião.
    Se o radicalismo impregnado assusta tanto deve ser exatamente porque tem um imenso potencial de submeter a razão humana aos caprichos de pseudos dominadores, verdadeiros déspotas individuais ou coletivos que precisam impor suas falsas verdades aos outros, como se fossem seres iluminados.
    E, neste sentido, cada pequeno déspota é apenas mais um radical idiota supostamente esclarecido querendo triunfar sobre seus contrários, aos quais subestima e menospreza e não lhes confere o atributo de PENSAR e se MANIFESTAR.
    Os episódios recentes envolvendo os cantantes Elba Ramalho e Chico César são os melhores exemplos da enfermidade política que assola o país e divide o povo entre pretensos intelectuais da elite esquerdista e seus escravos culturais - os que não os adotam como fonte de ensinamento e saber.
    Chico César estrumou seus ptibus interiores sobre uma fã desavisada que, de boa fé, tentou resgatar o músico de sua predileção, deixando de lado o outro aspecto tóxico de seu perfil de militante bivalente. Quis apenas demonstrar apreço e carinho e recebeu mordidas da face aos calcanhares.
    As patadas e abocanhadas foram um espetáculo de furor animal selvagem, onde o agressor escolheu por conta própria de que lado deseja notabilizar-se, depois de ter-se feito conhecido como cantor, projetado certamente por aquela e outros fãs inconsolados - desditados adoradores de presépios de areia.
    Elba Ramalho, naturalista e espiritualista, foi abominada como se não pudesse e não devesse sê-lo, só porque os patrulhadores de plantão das liberdades alheias se acham com o poder de permitir ou não que ela se expresse fora das normas de controle da atividade artística politizada e partidarizada.
    É proibido ter fé, agir pela fé, expressar a fé. Quem já viu isso em regime civilizatório de liberdades plenas ?
    As divergências chegaram à sua carga máxima de obtusão e rudeza. E não se trata de divisão ou luta de classes , mas da tentativa de tutela cultural da parte dos que querem uma democracia especial, não igualitária, intolerante, somente para chamar de sua .
    Muito especialmente, uma democracia que sirva a ignorantes e à ignorância de uma “elite pensante” virótica ADURA DA VERDADE DE CADA UM
    E O FIM DA LIBERDADE DE OPINIÃO que infecta a própria alma pensando em matar seus imaginários inimigos .

     

  • A queda do consórcio viral da conspiração golpista

    19/04/2020

     Era domingo 12 quando o Fantástico disparou seu último morteiro envenenado destinado a por à pique as eleições presidenciais de 2018, desconstituindo um veredicto dado pela soberania do voto popular dos brasileiros.

    Ali também findava, por erro de pontaria e de estratégia, um consórcio bélico formado pela Rede Gobo, Rodrigo Maia, Alcolumbre, DEM, STF, Dória, PT e lulopetistas (esquerdistas convergentes), todos surfando na onda do Covid 19.

    A entrevista de Mandetta, o astro maquiado que a Globo corrompeu para sustentar suas teses natimortas de quarentena sem saída, seria o fim do governo, decretado por um grito de insurreição do ministro mais popular e pelo pavor do povo.

    Mandetta, que encandeado pelos holofotes da Globo ressurgente amou- a mais do que ao país, falou mais como primeiro-ministro
    de um governo paralelo do que como subordinado de um presidente de república.

    Caindo na armadilha da deslealdade e da insubordinação, Mandetta feriu o senso comum e amanheceu na segunda 13 em desgraça perante a nação. Nessas horas, o bolsonarismo põe a vela e encomenda o corpo.

    O tiro da Globo saiu pela culatra e explodiu no colo da conspiração, na hora em que o Covid no mundo desmanchava também as verdades contraditórias de uma ciência atônita.

    O DEM, que é ao mesmo tempo governo e contra o governo (tem vários ministros no governo, fomenta o governo paralelo de Maia e cobiçava fazer de Mandetta um futuro presidente), preferiu acovardar-se que reagir.

    Diante dos episódios desses últimos dias, o bolsonarismo tomou conta do país, dos poderes e dos líderes, fazendo valer sua legitimidade eleitoral e sua autoridade de movimento político orgânico.

    É o bolsonarismo, e não Bolsonaro , que está vencendo a resistência golpista do consórcio viral. O país está precisando de líderes para resolver e não para aumentar as crises, e cada dia mais parece que o presidente não governa nem mesmo sua língua nem a ignorância de seus filhos.

    Mas, talvez, Bolsonaro nem precise se corrigir muito para convencer seus opositores e desafetos, a medir pelo conteúdo dos argumentos e razões arguidos contra ele e seu exército politico-eleitoral.

    Nunca um embate político foi tão pobre de ideias contrapostas e tão fértil de impropério trocados; é como se a inconformação
    eleitoral tivesse abolido a razão e a verdade como elementos da cultura do povo.

    O jogo vem sendo bruto e continuará a sê-lo. O bolsonarismo , a essas alturas, esmaga a oposição e protege e adora seu bezerro de ouro como troféu conquistado nas eleições de 2018. Direito seu.

    A Globo bate em retirada em pleno campo de batalha, acossada, além do mais, pelo fim gradual do isolamento. Maia põe seu pescoço de espiral giratória à forca do centrão , que negocia a própria sobrevivência.

    O PT e o lulopetismo escondem Lula de mais um fracasso acachapante e fogem de uma aliança golpista heterogênia e indecente que objetivava tomar o poder pela trama e não pelo voto.

    A esquerda comunista , que não serve para nada a não ser para rotular de direita os que estão do outro lado do balcão, esta vai continuar lotando ao menos dois vagões de trem, sem estação de partida e de chegada.

    O STF continuará atuando contra o povo mas temente à reação popular – indo e voltando – ainda pondo as togas de molho diante do olhar carrancudo de setores militares que sustentam o governo.

    Em suma, o bolsonarismo como corrente de ação política dominante, permanentemente mobilizada por poderosas redes sociais ,não apenas esmaga seus adversários, mas controla o ambiente político e impõe Bolsonaro como o filho das urnas. Até que Bolsonaro aprenda. Ou largue.

    Gilvan Freire.


     

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