Davi Alcolumbre mantém quebra de sigilo de Lulinha e rejeita pedido de anulação da decisão da CPMI do INSS

Por Jacyara CristinaRedaão Por Redação - 04/03/2026 02:21 - 66254
Foto Reprodução - Montagem: Sistema 1001 Notícias de Comunicação
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 O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), rejeitou nesta terça-feira (3) o pedido de anulação da decisão da CPMI do INSS que aprovou a quebra de sigilos de Fábio Lins Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A medida havia sido aprovada no último dia 26 de fevereiro e gerou questionamentos de parlamentares governistas, que alegaram irregularidades no procedimento de votação. Mais cedo, Alcolumbre informou que consultaria a advocacia do Senado antes de tomar uma decisão.

No plenário, o senador afirmou que não identificou ilegalidade evidente no processo. “A suposta violação das normas regimentais não se mostra evidente e inequívoca”, declarou.

A controvérsia gira em torno da forma como a votação foi conduzida na comissão. A decisão ocorreu de maneira simbólica, por contraste visual, sem contagem nominal dos votos. Nesse formato, parlamentares favoráveis permanecem sentados, enquanto os contrários se levantam.

Durante a sessão, o presidente da comissão, senador Viana, fez a contagem em voz alta e afirmou que o resultado foi de sete votos contrários, desconsiderando suplentes. “Tem suplente aí. Só os titulares. Sete, a pauta está aprovada”, declarou na ocasião.

Após o anúncio do resultado, parlamentares governistas se aproximaram da mesa para protestar, dando início a um tumulto que incluiu empurrões e agressões físicas.

O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) afirmou que o procedimento foi irregular e anunciou que pediria a anulação da votação, pedido que acabou sendo rejeitado por Alcolumbre.

Segundo o presidente do Senado, as imagens registradas pela imprensa e pela TV Senado confirmariam o resultado de 14 votos a 7. Ele também destacou que o regimento interno permite a votação simbólica por contraste entre maioria e minoria dos presentes.

Com a decisão, permanece válida a quebra dos sigilos aprovada pela CPMI, que segue com os trabalhos de investigação.

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Roberto Notícia - Jornalista - DRT 4511/80. 



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