Por Redação
- 03/02/2022 17:02 - 
A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, manifestou-se pela primeira vez sobre o caso Moïse, na tarde desta quinta-feira (3/2). O jovem congolês Moïse Mugenyi Kabagambe, de 24 anos, foi brutalmente assassinado depois de cobrar do dono do quiosque Tropicália, na Barra da Tijuca, R$ 200 de diária de trabalho.
Em uma coletiva de imprensa, a ministra declarou que a pasta está tomando providências junto à Secretaria Nacional de Promoção da Igualdade Racial e a Secretaria Nacional de Proteção Global. Damares também reclamou da cobrança que vinha sofrendo para que se manifestasse sobre o crime e “outros casos”.
“Há uma cobrança muito grande para que a ministra se manifeste em todos os casos. Mas cada caso é cuidado por uma secretaria e imediatamente quando nós fomos acionados, a gente toma medidas imediatas. Esse caso tá sendo cuidado pelo nosso ministério, por duas secretarias, Secretaria Nacional de Promoção da Igualdade Racial e a Secretaria Nacional de Proteção Global”, afirmou Damares.
Segundo a chefe da pasta, assim que o crime foi divulgado, o ministério tomou “várias iniciativas”, mas não se manifestou imeadiatamente por ser uma investigação que ainda está em andamento.
“Quando está em fase de investigação, algum caso como este, o ministério não traz a público a sua participação pra não interferir lá na ponta da investigação, mas a gente está desde o primeiro momento que o ministério foi acionado acompanhando esse caso”, disse Damares.
“A gente lamenta a barbaridade que a gente viu naquelas imagens. Chega de violência nessa nação e vamos apoiar até o final inclusive a punição”, finalizou.
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