Por Redação
- 16/03/2021 09:16 - 
O presidente Jair Bolsonaro convidou o presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Marcelo Queiroga, para ocupar o Ministério da Saúde.
De acordo com informações divulgadas há pouco pela rede CNN, Queiroga deixou o gabinete presidencial por volta das 18h30 desta segunda-feira (15) e, segundo interlocutores do presidente, aceitou o convite.
Ainda segundo a CNN, a ideia é publicar a nomeação no Diário Oficial da União desta terça-feira (16).
Sendo oficializado, Queiroga será o quarto ministro da Saúde no governo Bolsonaro, sucedendo o general Eduardo Pazuello. Antes, a pasta foi ocupada pelo ortopedista e ex-deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM) e pelo oncologista Nelson Teich.
Queiroga aceitou ao convite do presidente após a médica e também cardiologista Ludhmila Hajjar recusar o cargo por, segundo ela, incompatibilidade de questões técnicas.
A médica acredita na linha de combate ao coronavírus que defende o isolamento social e a vacinação em massa da população. Ela também já criticou o uso da cloroquina, bandeiras que contrastam diretamente com o que defende o presidente.
Histórico
O paraibano é atual presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), especialista em cardiologia e tem doutorado em Bioética pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto/Portugal.
O médico dirige, atualmente, o departamento de hemodinâmica e cardiologia intervencionista (Cardiocenter) do Hospital Alberto Urquiza Wanderley (Unimed João Pessoa) e é médico cardiologista intervencionista no Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, Paraíba.
Queiroga também atuou como dirigente da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista, na qual exerceu a presidência no biênio 2012/2013, sendo membro permanente do seu Conselho Consultivo. Integra o Conselho Regional de Medicina do Estado da Paraíba como Conselheiro Titular.
O paraibano defende o isolamento social como forma de combate à pandemia, já se posicionou a favor de medidas que viabilizem seguros para profissionais de saúde da linha de frente e é contra discursos da existência de tratamento precoce para a Covid-19.
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