Por Redação
- 28/01/2022 07:54 - 
Rio de Janeiro – A importação de 18 girafas de Joanesburgo, na África do Sul, para o Rio de Janeiro causou um impasse entre o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e os defensores dos animais no Brasil.
Há mais de dois meses, os bichos desembarcaram na capital fluminense. Comprados pelo zoológico BioParque do Rio, do Grupo Cataratas, foram cumprir quarentena obrigatória no resort Portobello Safári, localizado em Mangaratiba, no litoral sul, que fechou uma parceria técnica para “pesquisa, conservação e manejo” dos animais.
As mobilizações e denúncias começaram em 14/1, um mês após três girafas morrerem no local. Na ocasião, durante uma tentativa de veterinários de levá-las ao solário, seis fugiram. Pouco depois de serem capturadas, três delas não resistiram.
Em baias de 40 metros quadrados no Portobello Safari, as girafas foram divididas de três em três. No local, como alegam ambientalistas, viviam em meio a fezes e urina, sem contato com a luz solar e com baixa ventilação.
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