A informação é do colunista Paulo Cappelli, do portal Metrópoles. De acordo com as informações, as missões chefiadas pelo presidente somaram 59 dias de compromissos em 16 países ao longo do ano. A viagem mais cara foi a realizada para Paris, em junho, que registrou despesas de R$ 6,34 milhões apenas em hospedagem para a delegação.
Outros deslocamentos também tiveram custos elevados. A ida a Nova York, durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, somou R$ 2,92 milhões. Já a viagem a Moscou, em maio, teve gasto de R$ 1,92 milhão, enquanto a agenda em Tóquio, em março, registrou cerca de R$ 1,4 milhão.
O Itamaraty destacou que os valores divulgados dizem respeito exclusivamente às despesas de hospedagem das delegações presidenciais e não incluem outros custos das viagens, como transporte, segurança ou logística.
Na mesma resposta, o ministério também informou os gastos com imóveis diplomáticos mantidos pelo Brasil no exterior. Entre eles está um complexo diplomático em Berlim, cujo aluguel chega a cerca de 220 mil euros por mês, além de representações em cidades como Boston, Istambul e Seul, que também geram custos mensais para o governo brasileiro.
Por Redação
- 14/03/2026 13:59 - 



