Segundo a secretária dos Direitos Humanos e Cidadania, Késsia Liliana, atualmente o serviço acompanha 591 famílias e a nova estrutura permitirá ampliar e organizar o atendimento.
“Este espaço foi planejado para integrar a assistência social e servir como porta de entrada para a pessoa com deficiência, a partir de onde realizamos os devidos encaminhamentos. Atualmente, já atendemos 591 famílias, entre crianças e adolescentes que necessitam dos nossos serviços. Também trabalhamos para suprir uma demanda reprimida, reunindo em um só local a assistência social, a educação e outros setores, todos unidos e fortalecidos para atender à coletividade”, explicou.
Aperfeiçoamento - Com a transferência da sede do Pedro Gondim para os Bancários, os serviços passam a se concentrar nos eixos de assistência social e educação. Os atendimentos de saúde serão realizados por meio de encaminhamento para o Espaço Cuidar, localizado ao lado. Em relação à oferta de vagas, o Centro Dia está realizando uma etapa de triagem para organizar a demanda reprimida e efetivar o acolhimento dos novos usuários.
De acordo com Juliana Teixeira, coordenadora da área de Direitos Humanos e Cidadania, a unidade oferece atendimento integral a crianças e adolescentes com deficiência intelectual e física, além de ações voltadas ao fortalecimento dos vínculos familiares e à inclusão social.
“Oferecemos uma assistência integral nesta unidade. Iniciaremos o atendimento voltado a crianças e adolescentes com deficiência intelectual e física, utilizando grupos operativos para o fortalecimento de vínculos com as famílias e com os próprios usuários. Reconhecemos que, infelizmente, esse público ainda enfrenta barreiras significativas de exclusão social. Portanto, nosso compromisso é intensificar, cotidianamente, as ações de inclusão e socialização, assegurando que essas crianças estejam presentes e integradas a todos os contextos sociais”, explicou.
Cuidado humanizado - Quem já utiliza os serviços reconhece a importância da ampliação da estrutura. É o caso de Josinaldo Ferreira, pai de Davi Ferreira, de 18 anos, que é autista e recebe atendimento no equipamento. “Meu filho está aqui por causa desse atendimento, por causa das terapias, que trazem benefícios para a socialização e o comportamento”, agradeceu.
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Roberto Notícia - Jornalista - DRT 4511/80.
Por Roberto Notícias
- 03/09/2026 16:33 - 



