NO OLHO DO FURAÇÃO - Prefeitura de Bayeux não faz pagamento de pisos salariais, de reajustes para vigilantes e direitos negados e enfrenta greve

Por Roberto Notícias Por Roberto Notícias - 03/02/2023 10:22 - 48123
Foto Reprodução - Montagem: Sistema 1001 Notícias de Comunicação
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 A situação na prefeitura de Bayeux, região metropolitana de João Pessoa está em um clima ‘de vaca desconhecer bezerro’. O não pagamento do piso do magistério – atrasado há quatro meses – do da enfermagem, além do não cumprimento da lei relativa à mudança de nível para os vigilantes são algumas das insatisfações registradas.

Por conta desses e de outros desmandos, os servidores municipais já articulam uma paralisação em forma de advertência antes de deflagrar uma greve geral na próxima segunda-feira (06).

O caos é tão grande que a presidente do sindicato dos trabalhadores na cidade, Germana Vasconcelos, revelou que até agora não existe qualquer tipo de diálogo com a prefeita Luciene de Fofinho, que em vez de dar a cara a tapa para enfrentar o problema, tem preferido se esconder dos servidores. Para ela, Luciene nada mais é que uma prefeita inoperante.

“A nossa pauta de reivindicação é extensa, queremos reajuste salarial, condições dignas de trabalho, piso nacional do magistério, da enfermagem, retroativo, precatório, ou seja, inúmeros direitos que são negados e por isso a greve vai acontecer e nesse período a gente espera negociação. A gente só aceita conversar com a proposta porque conversas já aconteceram. Sem diálogo não tem negociação. Ela é uma prefeita que não dialoga com o sindicato, com a população e até mesmo com alguns de seus secretários, não te condições de gerir uma cidade”, bradou.

Vale ressaltar que ainda na sessão de ontem o Tribunal de Contas do Estado reprovou as contas da prefeitura da cidade, corroborando para o clima de inoperância no município. Para piorar, nos bastidores, há a informação de que já é de conhecimento do Ministério Público que a prefeita não governa, existindo pelo menos três ‘subprefeitos’ que autorizam as despesas no município, são eles: Léo Micena, Zé Baixinho e o marido da gestora, o Fofinho, numa espécie de regime semiparlamentarista.

Apesar das denúncias e insatisfações públicas, a gestora segue adotando a lei do silêncio sem desmentir nem se defender das acusações.

 

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