R$ 1 BILHÃO EM 15 DIAS - Comércio gera expectativa com antecipações do 13º; CDL defende que não haja novas restrições

Por Redação Por Redação - 29/05/2021 23:31
Com antecipações do 13°, expectativa é que quase 1° bilhão seja movimentado em toda Paraíba – (Foto: Ilustrativa)
Com antecipações do 13°, expectativa é que quase 1° bilhão seja movimentado em toda Paraíba – (Foto: Ilustrativa)

 A expectativa do comércio na Paraíba é de que haja um aumento significativo nas vendas no Dia dos Namorados, comemorado no próximo dia 12 de junho, principalmente se não houver novas restrições de funcionamento. A afirmação é do presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de João Pessoa (CDL-JP), Nivaldo Vilar, ao comentar a antecipação da primeira parcela do décimo terceiro salário anunciada por órgãos do Executivo, Legislativo e Judiciário nesta semana. Os depósitos, antecipados por causa da crise gerada pela pandemia, deve ter um impacto direto de quase R$ 1 bilhão na economia paraibana nos próximos 15 dias.

Segundo Nivaldo, o segmento do comércio deve ter um crescimento expressivo nas vendas em comparação a 2020, quando houve o fechamento total das atividades como forma de prevenção e combate ao coronavírus, o que vem sendo bastante comemorado pelos lojistas. “Com a liberação da parcela do 13° por parte do Governo e da Prefeitura, além dos aposentados que já estão recebendo, a previsão é sempre a melhor e a gente espera boas vendas. Não temos números reais, mas a expectativa é essa, reaquecer a economia”, disse.

O dirigente fez um comparativo com o Dia das Mães, comemorado no dia 9 de maio, com a mesma data em 2019. Nela, que é considerada a segunda melhor para o setor em relação às vendas, perdendo apenas para o Natal, o comércio teve uma queda de aproximadamente 41% nas vendas. Mesmo com os números, o dirigente comemorou o resultado obtido ao lembrar que ao não fechar, um folego é gerado no setor para enfrentar a crise.  “Eu posso dizer que foi satisfatório [Dia das Mães], porque se a gente for olhar o ano passado, em 2020, o comércio estava completamente fechado. Então mesmo com a retomada desse ano, foi 41% abaixo do esperado. Se olharmos para esse lado, só em está aberto, não há dúvidas que foi melhor para o segmento do que foi a um ano atrás”, comentou Nivaldo Vilar.

Dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens e Turismo (CNC) mostram que os segmentos que mais cresceram nos cinco primeiros meses do ano foram vestuário, calçados, perfumaria e acessórios. Nilvado apontou que as vendas tiveram um crescimento expressivo em relação ao mesmo período de 2020, e que essa movimentação financeira de quase RS 1 bilhão exatamente perto da data do Dia dos Namorados pode dá um novo folego ao setor que vem sofrendo diuturnamente com a pandemia.

“Foram poucas as empresas que conseguiram superar, pois se formos olhar o comércio em um parâmetro total, ele ainda está muito retraído com tudo o que estamos vivendo. Comparo isso a uma roda gigante, ela não funciona como deveria. Por exemplo, o setor de eventos, que está fechado em uma parcialidade. Esse setor alavanca de forma direta outros setores, então é claro que o comércio poderia tá faturamento muito mais se tivesse acontecendo em sua totalidade os eventos, teatros, cinemas e outros segmentos abertos, pois isso mexe de forma direta com roupas, calçados e outros. O segmento abre, fecha, permite 20, 30%, daqui a pouco fecha de novo e complica todos os demais segmentos”, explicou.

Segmento frustrado com o São João
O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de João Pessoa lembrou que outra data importante para o calendário do setor está se aproximando, o São João. Segundo ele, pela realidade que o país enfrenta, essa será outra data sazonal importante que não será aproveita pelo segmento. “Essa data é festiva em todo o Nordeste e gera muito movimento no comércio com empregos diretos, e não vai ter. Várias cidades e cito de forma direta Campina Grande, que tem o maior São João do Mundo, imagem o tamanho do faturamento que o comércio local vai deixar de gerar? E isso eu falo no geral, seja turismo o local, a rede de hotéis, setor alimentício, bares e restaurantes e outros setores que abastecem, como roupas, calçados, perfumaria. É uma roda que precisa girar de melhor e mais rápida maneira possível”, concluiu.

 

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Roberto Noticia  -  Jornalista -  DRT 4511/88  

 



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