Por Redação
- 23/10/2023 19:42 - 
O ex-diretor presidente do Hospital Padre Zé, padre Egídio de Carvalho, voltou ao cenário das denúncias de esquemas de favorecimento pessoal no sábado (21), quando Samuel Segundo, ex-funcionário da unidade, concedeu entrevista à imprensa. Samuel Segundo falou em corrupção, favorecimento de familiares, posse de dinheiro de doações e uso de notas fiscais do hospital para favorecimento próprio do padre Egídio. Relembre abaixo.
Venda dos eletrônicos
Samuel Segundo trabalhava no Hospital Padre Zé como diretor de tecnologia. Foi ele quem comercializou, após determinação do padre Egídio de Carvalho, 270 aparelhos eletrônicos que haviam sido doados pela Receita Federal para que o Padre Zé realizasse um bazar para venda e obtenção de valores para uso no hospital.
Samuel Segundo contou que todo o dinheiro obtido com a venda dos eletrônicos foi entregue, em espécie, ao padre em um dos imóveis dele.
“Não houve furto de celulares. O padre Egídio pediu para vender a metade dos 520 produtos. Eu vendia e entregava o dinheiro em espécie nas mãos do padre no apartamento de luxo na orla de Cabo Branco. Não era ciente do que ele fazia com os valores, mas ele queria em espécie”, relatou Samuel Segundo, como notado.
Familiares beneficiados
Samuel Segundo também falou que familiares do padre Egídio de Carvalho eram beneficiados durante os bazares do Padre Zé. Ele contou que a família do padre Egídio tinha acesso privilegiado aos produtos e os comprava mais facilmente, de acordo com o interesse deles.
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