Por Redação
- 08/02/2024 19:36 - 
O pai e a irmã caçula da estudante de 19 anos que mOrreu no apartamento de Dimas Cândido de Oliveira Filho, jogador da base do Corinthians, em 30 de janeiro, na zona leste de São Paulo, prestaram depoimento nesta quinta-feira (8/2) na 5ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) do Tatuapé.
Na saída, Rubens Chagas Matos preferiu não comentar nada a respeito das investigações que vão apontar o que de fato ocorreu na noite da morte da Lívia Gabriele da Silva Matos, durante o encontro com Dimas.
Após sete horas de permanência na delegacia, quem se manifestou foi o advogado da família, Alfredo Porcer. Ele apontou o que poderia vir a ser uma inconsistência no depoimento do atleta de base do Corinthians.
“Ele disse em um primeiro momento, deixou claro ali, no entendimento de quem lê, que teve uma primeira relação sexual, descansou, conversou e foi ter uma segunda relação e ela estava desmaiada. No depoimento de ontem, disse que só foi uma”, afirmou o advogado.
“Não estou dizendo que foi uma contradição. No momento, você narra um fato. Depois, de uma forma mais ponderada, você narra outro. Então, observei e fiz questão de consignar no depoimento do pai, foi que ele teve uma relação, descansou, conversou. Então você imagina que teve um tempo para isso. E aí foi ter uma segunda relação, quando notou que a jovem estava desmaiada”.
Apesar disso, Procer foi cauteloso. “Desde o início tenho falado que temos que ver de que forma essa menina m0rreu abruptamente. Também não podemos ser levianos e dizer que o atleta teve participação direta nisso. Mas há algumas inconsistências que, ao final, podem ser relevantes ou não”, disse.
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