Ricardo diz que não guarda ressentimento em disputa de 2018 e rechaça tese de inelegível

Por Redação Por Redação - 18/06/2022 16:39
Foto Reprodução - Montagem: Sistema 1001 Notícias de Comunicação
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 “Se eu acreditar em alguém ou em um conjunto de pessoas, eu faria a mesma coisa”. A declaração é do ex-governador e pré-candidato ao Senado Federal, Ricardo Coutinho (PT), durante entrevista ao 60 Minutos, do Sistema Arapuan de Comunicação na noite desta quarta-feira (15), ao comentar o movimento político feito em 2018 que o fez desistir da disputa ao Senado Federal para permanecer como chefe de Executivo da Paraíba.

Naquele ano, após o movimento, o ex-governador ficou sem mandato e foi alvo de denúncias do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público da Paraíba (MPPB) na Operação Calvário, e posteriormente acabou sendo preso.

“Se eu acreditar em alguém ou em um conjunto de pessoas, eu faria a mesma coisa. Eu não tenho problemas com isso, não faço política em função de um emprego meu. Quando sai para ser candidato muita gente me dizia você está maluco, sair de uma prefeitura, enfrentar uma candidatura pela oposição e eu fui. Se perder, perdeu, mas vou construir um projeto. Então não guardo. em 2018 eu achava que se a Paraíba continuasse no mesmo ritmo de projetos e propostas, em 8 anos estaríamos em um patamar maior do que qualquer outro estado do nordeste.

Inelegível

Sobre a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que confirmou a inelegibilidade do ex-governador por oito anos, contados a partir das Eleições de 2014, após decisão do Colegiado tomada na análise conjunta de três processos que pediam a inelegibilidade por conduta vedada e abuso do poder político e econômico, ele pontuou que as acusações foram feitas fora do contexto eleitoral e que os seus advogados, que também representam o Partido dos Trabalhadores (PT) em nível nacional, irão provar a tese por meio de novo recurso apresentado na Corte.

“É uma informação falsa que consta no processo. Segundo que os quites foram comprados, então os alunos não poderiam ser prejudicado e atrasar um ou dois meses porque não podem distribuir porque tem eleição, é sem sentido. Por fim, o Tribunal Regional Eleitoral disse que não tinha impacto no resultado eleitoral, foi muito mais amplo. Como o tribunal daqui não me condenou a perder o mandato, tornar-se inelegível, então o recurso que foi feito, não poderia ser feito e isso é coisa que os meus advogados, que são do PT nacional, vão resolver”, pontuou.

Ouça trecho da entrevista:

 

 



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