Por Redação
- 16/03/2022 20:31 - 
Em nova fase da mobilização por reajuste salarial, o sindicato de Funcionários do Banco Central (Sinal) exige reunião com o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, até 22 de março. Caso nada seja feito pelo governo federal até essa data, os servidores ameaçam greve por tempo indeterminado e entrega de todos os cargos comissionados.
A categoria exige reajuste salarial semelhante ao de policiais federais. O Sinal pretende inserir, em assembleia, o indicativo de suspensão das atividades dos funcionários.
“Além disso, os substitutos de todas as funções comissionadas do Banco Central solicitarão, coletivamente, a publicação imediata de portarias anulando as nomeações”, afirma nota.
Em assembleia nesta quarta-feira (16/3), o Sinal aprovou paralisações diárias das 14h às 18h a partir de quinta-feira (17/3) até o dia 22 deste mês, quando a possibilidade de greve geral será votada.
A revolta dos trabalhadores começou no fim de dezembro, quando o Congresso Nacional aprovou o Orçamento da União 2022 prevendo R$ 1,7 bilhão para reajuste dos salários de policiais federais. A reserva poderia beneficiar servidores da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Polícia Federal (PF) e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). O aumento para a categoria partiu de uma demanda do próprio presidente Jair Bolsonaro (PL).
Junto aos servidores da Receita Federal, a categoria passou a exigir reajuste salarial. Em janeiro, os funcionários protestaram em frente à sede do Banco Central e do Ministério da Economia a favor do reajuste salarial para todas as categorias do funcionalismo.
Metropoles
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