Por Roberto Notícias
- 08/10/2023 19:42 - 
O vereador prepara uma licença de 120 dias da Câmara Municipal de Conde para conseguir responder às acusações. Até o momento, nem a Casa ou sequer o vereador recebeu uma ordem judicial.
Em nota, ele afirma que o vídeo deixa a entender que os trechos “fora de contexto” deixam a entender que o parlamentar cometia um crime. No entanto, Flávio ainda não se pronunciou diretamente às autoridades, algo que, de acordo com sua nota divulgada ao público, “envolve a intimidade de outras pessoas”.
“Quero tornar público meu interesse em colaborar completamente com as investigações, inclusive já constitui advogado para atuar nesse caso. Perante às autoridades, as acusações que estão sendo feitas contra a minha pessoa serão, uma a uma, esclarecidas e publicamente afirmo que os acontecimentos relativos a esse fato estão sendo distorcidos e utilizados com propósitos distintos”, escreveu Flávio Melo.
Câmara Municipal de Conde condena atos
Em nota divulgado à imprensa, também nesta sexta-feira, a Câmara Municipal de Conde, através do presidente Luzimar Nunes de Oliveira (PSB),afirmou que a Casa não foi notificada quanto as acusações. Porém, “repudia qualquer ato que venha a ferir a integridade física e psíquica das pessoas, especialmente quando envolve crianças e adolescente”.
Dessa maneira, o mandato do vereador Flávio Melo segue em vigor no plenário, mas que, conforme o andamento do processo, os parlamentares “darão sequência aos trâmites legislativos necessários”.
“Pontuo que princípios éticos e as regras básicas de decoro parlamentar sobre a conduta dos que estejam no exercício do mandato de Vereador são devidamente analisadas pelo Plenário da Câmara Municipal de Conde”, diz o presidente em nota.
Flávio Melo já foi preso por exploração sexual
O vereador chegou a ser preso preventivamente em 2019, suspeito de exploração sexual na Paraíba e Pernambuco. O mandado de prisão foi cumprido no dia 22 de abril de 2019, durante uma sessão da Câmara Municipal de Conde, quando Flávio era suplente de outro vereador.
O mandado estava aberto desde 2018, mas a ordem judicial só foi cumprida quase um ano depois porque o vereador não foi localizado em Sapé, local onde teriam ocorrido os crimes.
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Roberto Notícia - Jornalista - DRT 4511/80
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