Por Redação
- 26/02/2026 18:18 - 
A Justiça da Paraíba, por meio da 3ª Vara Criminal, negou os embargos apresentados pela defesa de Samuel Segundo, ex-chefe do setor de tecnologia da informação do Hospital Padre Ze. A decisão mantém a condenação por roubo de celulares no hospital filantrópico administrado pelo Instituto Sao Jose.
A sentença que rejeita os embargos foi proferida no último domingo (22) e é assinada pela juíza Ana Christina Soares Penazzi Coelho. Com a decisão, permanece a fixação do pagamento do valor mínimo de R$ 525.877,77 a título de reparação de danos.
A defesa questionou a dosimetria da pena em diferentes fases, alegando, entre outros pontos, bis in idem na primeira fase, ausência da aplicação do patamar de 1/6 para cada vetor, não reconhecimento da atenuante da confissão e uso do mesmo fundamento para circunstância negativa e causa de aumento. Contudo, segundo a magistrada, “os embargos não são procedentes”.
Com isso, ficou mantida a condenação solidária de Padre Egídio de Carvalho e Samuel Segundo à reparação dos danos materiais causados às vítimas o Instituto São José e a Arquidiocese da Paraíba.
Os réus deverão pagar, de forma proporcional (pro rata), o valor mínimo de R$ 525.877,77, correspondente ao prejuízo apurado com o desvio dos bens, devidamente corrigido monetariamente. A condenação foi aplicada nos termos do artigo 387, inciso IV, do Código de Processo Penal.
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