OAB estuda ação no Supremo Tribunal Federal contra perdão de Bolsonaro ao deputado Daniel Silveira
Por Redação
- 21/04/2022 23:31 - 40563
Foto Reprodução - Montagem: Sistema 1001 Notícias de Comunicação
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) estuda ingressar com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o decreto de Jair Bolsonaro (PL) concedendo graça constitucional ao deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ), condenado pelo Supremo a inelegibilidade, prisão e multa.
“A OAB acompanha atenta e com preocupação os últimos fatos envolvendo a relação entre a Presidência da República e o Supremo Tribunal Federal. Para orientar eventual ação da Ordem, solicitei que, com a urgência que o caso requer, a Comissão Nacional de Estudos Constitucionais analise o decreto de graça constitucional editado pelo Poder Executivo”, afirmou o presidente nacional da OAB, Beto Simonetti, em nota.
A má conduta quase custou o ingresso do deputado no concurso da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMRJ). Após recorrer à Justiça, ele conseguiu a vaga e o caso prescreveu em 2016Reprodução/ Redes sociais
O deputado Daniel Silveira trocou o União Brasil pelo PTBIgo Estrela/Metrópoles
O deputado federal Daniel Silveira (União-RJ) na Superintendência da Polícia Federal do DFIgo Estrela/Metrópoles
A instalação do aparato ocorreu por volta das 15h30Igo Estrela/Metrópoles
Parlamentar tentou resistir se refugiando na Câmara dos DeputadosIgo Estrela/Metrópoles
Daniel Silveira (de lado) e Eduardo Bolsonaro conversam com funcionários do STF ao serem barradosReprodução
O presidente Jair Bolsonaro e o deputado Daniel SilveiraReprodução
O deputado federal Daniel Silveira (União-RJ) na Superintendência da Polícia Federal do DFIgo Estrela/Metrópoles
No documento assinado eletronicamente, o ministro pede que sejam intimados o superintendente Regional da Polícia Federal e o secretário de Estado de Administração Penitenciária para imediato cumprimento da decisãoIgo Estrela/Metrópoles
O ministro também caracterizou a conduta de Daniel Silveira, que pernoita na Casa para não ser detido, como “estranha e esdrúxula” e afirmou que o deputado usa o Parlamento como “covil de réus foragidos da Justiça”. Por fim, o deputado resolveu se apresentar para cumprir a decisão do STFIgo Estrela/Metrópoles
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