Por Roberto Notícias
- 26/01/2026 19:01 - 
O cantor João Lima teve a prisão preventiva mantida após audiência de custódia realizada nesta segunda-feira (26) e foi encaminhado para a Penitenciária Desembargador Flóscolo da Nóbrega, conhecida como presídio do Róger, em João Pessoa.
João Lima se apresentou espontaneamente à Polícia Civil e foi preso na manhã desta segunda, após decisão da Justiça que decretou a prisão preventiva por violência doméstica contra a ex-esposa, a médica e influenciadora digital Raphaella Brilhante. Ele compareceu à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), no Centro da capital, onde foram adotados os procedimentos legais.
A prisão ocorre após a ampla repercussão de vídeos divulgados nas redes sociais no último sábado (24), que mostram agressões cometidas contra Raphaella. As imagens reforçaram a denúncia feita pela vítima, que registrou Boletim de Ocorrência na Deam e obteve medida protetiva de urgência.
A Polícia Civil da Paraíba segue investigando o caso, que se enquadra na Lei Maria da Penha. Além dos vídeos, depoimentos, laudos periciais e outros elementos fazem parte do inquérito que apura as agressões físicas e psicológicas atribuídas ao cantor.
Após a repercussão do caso, Raphaella Brilhante se manifestou publicamente nas redes sociais, confirmando pela primeira vez a violência sofrida. Em um texto comovente, a médica relatou estar enfrentando “uma dor que atravessa o corpo, a alma e a história”, e afirmou que “não há palavras que expliquem o impacto disso na vida de alguém”. Raphaella, que também atua como influenciadora digital e soma mais de 600 mil seguidores em apenas uma rede social, destacou ainda que nenhuma mulher deveria precisar chegar a esse ponto para ser ouvida e reforçou que confia na atuação da Justiça.
Procurado pelo portal, o advogado criminalista Luiz Pereira, que atua na defesa de João Lima, afirmou que a equipe jurídica ainda não teve acesso ao conteúdo do inquérito policial nem à íntegra da decisão que decretou a prisão preventiva. Segundo ele, sem o conhecimento dos depoimentos, dos vídeos juntados aos autos ou do laudo de lesão corporal, a defesa fica impossibilitada de exercer plenamente o direito de impugnação. O advogado destacou ainda que João Lima vinha cumprindo as medidas protetivas determinadas pela Justiça e que, até o momento, não há conhecimento de fato novo que justificasse a prisão. De acordo com a defesa, os próximos passos serão obter acesso ao caderno investigativo e à decisão judicial para avaliar as medidas cabíveis e buscar o abrandamento da prisão, considerada “extremamente gravosa”.
O caso segue sob investigação, e João Lima permanecerá custodiado enquanto o processo tramita na Justiça.
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Roberto Notícia - Jornalista - DRT 4511/80.
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