Primeiro fim de semana de Hytalo Santos e marido presos na Paraíba não tem visitas

Por Jacyara CristinaRedaão Por Redação - 01/09/2025 13:51 - 64024
Foto Reprodução - Montagem: Sistema 1001 Notícias de Comunicação
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 O influenciador digital Hytalo Santos e o marido, Israel Vicente, conhecido como Euro, passaram o primeiro fim de semana na Penitenciária Desembargador Flóscolo da Nóbrega, em João Pessoa, sem receber visitas. A unidade prisional, popularmente chamada de presídio do Róger, informou que o período inicial de permanência de novos detentos não permite contato com familiares.

Segundo o diretor do presídio, Edmilson Alves, a rotina do casal transcorreu de forma tranquila. Ambos estão custodiados em uma ala LGBTQIA+, onde dividem cela com outros quatro internos. O espaço coletivo mede cerca de 3 metros de largura por 15 de comprimento.

O pai de Euro já realizou o cadastro obrigatório para visitas e está autorizado a ver o filho. Apesar de, em tese, a primeira visita poder ocorrer em 7 de setembro, a data coincide com o dia reservado para visita íntima, o que adia o encontro para o domingo seguinte, 14 de setembro.

Além das visitas, o pai de Euro também poderá levar compras ao filho já no próximo fim de semana. A penitenciária permite a entrada de alimentos, roupas e calçados, respeitando quantidades semanais estabelecidas pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap). No caso das roupas, cada familiar pode entregar até duas peças de cada tipo, desde que em cores brancas ou claras, além de um par de chinelos nas mesmas condições.

Hytalo Santos e Euro foram transferidos de São Paulo para a Paraíba na última quinta-feira (28). Eles deixaram a penitenciária paulista no fim da manhã e chegaram a João Pessoa por volta das 17h. O deslocamento contou com escolta policial até o Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Os dois respondem a processo na Justiça de Bayeux, na Região Metropolitana da capital. As investigações conduzidas pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) apontam suspeitas de exploração sexual de menores, trabalho infantil e tráfico humano em conteúdos produzidos para redes sociais.

A transferência do casal foi determinada pela Justiça paraibana.



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